FLORA LUSITANICA, seu, Plantarum, quae in Lusitania vel sponte crescunt, vel frequentius coluntur, ex florum praesertim sexubus systematice distributarum, synopsis.
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CANTO AO PINTOR DESESPERADO MANUEL RIBEIRO DE PAVIA
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IN ILLO TEMPORE
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I-AS DICTADURAS II- O REGIMEN REVOLUCIONARIO
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MEIO DIA - INTIMIDADES - APRESENTAÇÃO DA NOITE
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OBRAS DO CONDE DE MONSARAZ. (Vol I e II). Catharina d'Athayde - Grande Marquez - Lenda do Jesuitismo. Do ultimo romantico. Páginas soltas. Severo Torell.
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DESCRIÇÃO BIBLIOGRÁFICA CAMILIANA, de uma importante e valiosa colecção de bibliografia activa e passiva de CAMILO CASTELO BRANCO
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OS MESTERES DE GUIMARÃES (Mercadores de mesteirais).
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OS TUMULOS DO MOSTEIRO DE SANTA CLARA DE VILLA DO CONDE
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GENTE DE PROL Evocações e Rectificações Históricas
Livraria Latina, Porto, 1945. In-8º de 310-(2). Com encadernação meia francesa em pele azul decorada na lombada com ferros dourados corridos e floreados conservando as capas de brochura.
Apresenta um glossário de vocábulos gentílicos utilizados na obra.
"Em 1945, Fausto Duarte fecha o ciclo da sua produção literária colonial guineense com o livro intitulado A Revolta! Mais do que um romance, esta obra é um documento histórico utilíssimo para a História Cultural e das mentalidades subjacentes à guerra de «pacificação» levada a cabo na Guiné, pois, à semelhança das restantes, privilegia o confronto cultural, desta vez não só entre brancos, cabo-verdianos e guineenses, mas fundamentalmente entre as tribos guineenses entre si. De resto, além da colaboração de literária que aponta para a identidade nacional guineense, Fausto Duarte tem o mérito de ter registado, paralelamente a uma literatura de choque cultural e civilizacionais, também uma outra literatura de denúncia e apelo à justiça e compreensão raciais". (Leopoldo Amado - A Literatura Colonial Guineense)