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Descrição:
(Tipografia do Colégio dos Orfão, Porto, 1969). In-8º de 48 págs. Brochado em excelente estado de conservação.
Primeiro número deste raro periódico, não referido por Daniel Pires no seu monumental trabalho do Dicionário da Imprensa Periódica Literária Portuguguesa, cremos, conheceu ainda um segundo número no mesmo ano. Colaborada por César Oliveira, José Carlos Marques, José Reis, Cristóvam Pavia, Herberto Padilha, René Char, Denise Levertove entre outros.
Descrição:
Tip. Arucitana, Moura, 1958. In-8º de 2 fascículos em brochura, cada com 16 págs. inumeradas. Nítida impressão a duas cores, sépia e negro, sobre papel encorpado de embrulho cinzento.
Esta revista constiutui separata parcial do jornal A Planície e os dois números publicados em Moura sob a égide de Afonso Cautela. Ela dava publicidade a textos de carácter mais polémico que não estavam no âmbito daquela publicação.
INVULGAR.
" ... Intitulava-se um periódico de escritores novos, criticava energicamente a política das editoras e a imprensa literária comercial, manifestava-se contra a política do elogio mútuo, o academismo e a estagnação da literatura encartada, reivindicava os direitos inalienáveis dos jovens autores, propunha-se constituir um fórum de discussão em que a independência fosse pedra-de-toque.
No número inaugural, Afonso Cautela, em entrevista, insurgiu-se contra a usurpação por literatos do projecto-revista "Convívio", que seria concretizado à revelia do grupo de jovens que a idealizara anos antes. Referia-se Afonso Cautela à Coordenada, que viria a lume no Porto, pouco depois. O mesmo autor escreveu sobre a "falência do neo-realismo", afirmando nomeadamente que muito mais tem sido feito, no domínio da literatura, pelos cultores do surrealismo e da
"arte pela arte". O posicionamento perante aquele movimento literário mantém-se nas críticas que aferem os livros de Alves Redol e Mário Braga, bem como relativamente à Vértice, que "envelheceu", o que também parece ter acontecido aos «seus mais selectos (ou seleccionados) colaboradores ...". (Daniel Pires, Dicionário da Imprensa Periódica Literária Portuguesa do Século XX (vol. II, 2º tomo, p. 650)
Integra recensões críticas sobre Mário Braga, Alves Redol, Vergílio Ferreira, José Augusto Seabra, José Régio, Alberto de Serpa, Papiniano Carlos e Manuel Pacheco. O 2º número apresenta-se com genericamente com título: Líricas Maiores & Menores, uma entrevistadada pelo director do Jornal de Évora, sobre o projecto Convívio e as coordeandas que regem a Zero. Criticou com dureza o 1º número dos Cadernos do Meio-Dia, uma antologia de José Régio e Alberto de Serpa, fustigou Papiniano carlos e elogiou com restrições o livro surrealista espanhol de Manuel Pacheco - Los Caballos del Alba.
Descrição:
Comissão Central (Gráfica de Coimbra, Coimbra), 1956. in-8º de 33-(2) págs. Brochado.
Único número publicado neste ano, com inéditos e excelente colaboração literária, de que se realça António Rebordão Navarro, Eduíno de Jesus, Fernando Assis Pacheco, Maximino Correia e Orlando de Carvalho. Em 1954, foi igualmente publicado um número que apenas divulgou os trabalhos premiados nos Jogos Florais daquele ano.
CHAMADA DE ATENÇÃO para o livro de estreia em poesia de FERNANDO ASSIS PACHECO ser em 1963, após ter ido para a tropa em 1961. Nesta "revista", consideramos ser a estreia literária de Assis Pacheco, sete anos antes do seu primeiro livro.
INVULGAR.
Descrição:
(Gráfica de S. José), Castelo Branco, 1961. In-8º de 44 págs. Brochado. Excelente exemplar sem defeitos apontar. O exemplar preserva a ilustração solta com um desenho original de Guilherme Casquilho, extra-texto este que falta muitas das vezes.
Com uma tiragem limitada a 500 exemplares, hoje de difícil aparecimento no mercado, esta "revista" fundada e coordenada por Liberto cruz (1935-2025) teve algum impacto literário. Conheceu colaboração vária e nela foi publicado uma carta inédita de Mário de Sá Carneiro (com transcrição e fac-símile), duas peças ensaísticas de Urbano Tavares Rodrigues e de E. M. de Melo e Castro, um texto etnográfico sobre arte moçambicana de Octávio Rodrigues de Campos. Teve ainda colaboração poética de Maria Alberta Menéres, Egito Gonçalves, Hugo Horacio Lopez, Raúl Gustavo Aguirre, Ruy Belo, Liberto Cruz, Manuel Pacheco e Edmundo de Bettencourt. Por fim, publicou textos e recensões de Manuel António dos Santos Lourenço (M. S. Lourenço) e António Ruivo Mouzinho.
Descrição:
Coimbra Editora, Tipografia do Carvalhido, Coimbra e Porto, 1962, 1963, 1968. Três numeros de in-4º de 46, 81-(4) e 94-(2)págs. Brochado em excelente estado de conservação.
É a colecção completa destes "cadernos" de poesia onde colaboraram César Oliveira, Ferreira Guedes, Francisco Delgado, Margarida Losa, Rui Namorado, António Manuel Lopes Dias, Eduardo Guerra Carneiro, José Carlos de Vasconcelos, Manuel Alegre, Rui Namorado, António Manuel Lopes Dias, Armando da Silva Carvalho, Fernando Assis Pacheco, Fernando Miguel Bernardes, Luís Guerreiro, Luís Serrano e Manuel Alberto Valente.
Na opinião de Fernando J. B. Martinho, num recorte de jornal que pudemos resgatar mas não conseguimos identificar (V.M. de 22/XI/1968) a respeito dos poetas incluídos no terceiro número deste periódico, diz-nos: " ... não são amadores, sabem todos muito bem o que fazem. Praticam todos eles, mais ou menos, uma poesia correcta sem falhas gritantes. Têm «métier». Repito: não são amadores. Sabem como construir um poema, como levar a água ao seu moinho. Não há neles nenhuma da ingenuidade que havia no primitivo neo-realismo. Talrez isso também não seja um bem assim tão grande como à primeira vista parece. Mas adiante... Só com muito boa vontade, porém, se poderá ver em «Poemas Livres» a via ideal para a jovem poesia portuguesa. A abdicação de uma maneira pessoal (apesar de todas as atenuantes) está a custar um preço muito elevado aos nossos novos poetas. Régio pode estar enganado em muita coisa, e difícil é, muitas vezes, aceitar o tom académico e dogmático de que reveste as suas afirmações, mas há uma coisa em que está cheio de razão: quando exige uma visão pessoal, quando se recusa ao nivelamento. E há muita gente que não lhe perdoa isso ..."
Raro conjunto, em especial quando se faz acompanhar do número 3, publicado 5 ano após o segundo.
Descrição:
Edição dos autores (Coimbra Editora Limitada), Coimbra, 1958. In-8º de 16 págs. Brochado. Por abrir.
RARO.
"Número Único editado pelos seus colaboradores em Coimbra.
Daniel Pires diz-nos "...Segundo Eduíno de Jesus, a ideia de lançar esta publicação terá partido de Rui Mendes. A revista não era formada por um grupo coeso, não apresentando assim um projecto poético definido.
Na opinião de Maria de Fátima Marinho, a revista e muito especialmente a poesia de Eduino de Jesus, "prenuncia a poesia experimental"..." (in Dicionário da Imprensa Periódica Literária Portuguesa).
Com um desenho da autoria de Aureliano Lima. Apresenta poemas de Aureliano Lima, Eduino de Jesus, José Ferreira Monte, Jorge de Sampaio e Rui Mendes
Descrição:
Tipografia da Atlântida, Coimbra, 1961. In-8º de 34 págs. Brochado. Excelente estado.
Constiui o primeiro e único número desta MUITO INVULGAR revista, com colaboração de João Vário (Canto primeiro), Luís Serrano (A taça e o brinde seguido de Natal Interior), Rui Mendes (Processo), Louzã Henriques (Da poesia e da estética) e Herberto Helder ( Ofício de Poeta ).
Segundo Luis Serrano, esta revista antecipou-se de alguns meses ao movimento Poesia 61 e que viria aparecer em Lisboa. No texto de abertura, da autoria de João Vario, desenvolviam-se as linhas da revista, que pretendia acolher e divulgar a poesia da nova geração sem grandes preocupações de carácter ideológico e abrir as portas a um certo experimentalismo.
Descrição:
Coordenação de Casimiro de Brito e Gastão Cruz. Capa de Manuel Baptista.
Tipografia Ideal, Lisboa, 1971 (a 1972). In 8º de 3 vols com 66-(5), 70-(5) e 74-(2) págs. respectivamente. Brochado. Nítida impressão sobre papel de qualidade e tonalidades distintas (creme e azul claro).
Exemplares em excelente estado de conservação. Apenas as capas do volume correspondente a Novembro é que apresenta raras manchinhas de acidez marginal. BELO CONJUNTO desta invulgar revista literária, com excelente colaboração.
Colaboraram os mais notáveis autores da segunda metade do séc. XX, tais como Carlos de Oliveira, Eugénio de Andrade, Fiama Hasse Pais Brandão, Nuno Guimarães, Ruy Belo, António Ramos Rosa, Armando Silva Carvalho, João Miguel Fernandes Jorge, Jorge de Sena, Sophia de Mello Breyner Andresen, António Franco Alexandre, Fernando Assis Pacheco, Herberto Helder, José Gomes Ferreira e Nuno Júdice.
Descrição:
Fenda edições, Coimbra, 1979. in-4º de 81-(2) págs. Brochado. Lombada com ligeiros vestígios de fita gomada. Pequena rúbrica de posse no ante-rosto. Muito bom exemplar.
Descrição:
(Typographia Minerva, Vila Nova de Famalicão, 1916). In-8º de 64 págs. Encadernação meia francesa em pele azul, sem cantos, com dizeres dourados na lombada. Preserva capas de brochura e ainda duas folhas em papel vermelho de anúncios ao periódico O Tripeiro. Ilustrado à parte, sobre papel couché, com fotografia de Camilo em 1870, retrato do impressor António José da Silva e um fac-simile do frontspício da edição original de A Infanta Capelista. Belíssima edição com tipos estilizados e vinhetas tipográficas dispostas assimetricamente, à cabeça da página no início de cada colaboração, fazendo-se ainda acompanhar por letras capitulares de grandes dimensões e estilizadas com paisagens florísiticas. Aparo marginal generalizado e rubrica de posse na capa e primeira página. Ocasionais e insignificantes picos de humidade. Belo exemplar, bem preservado.
Carvalho (2002), 256; José dos Santos (1939), 795.
Descrição:
Tipografia Litografia Globo, Limitada, Lourenço Marques, 1971. In-8º de 32 págs, numeradas de 35 a 67, corrida a partir do número anterior.
Apenas este número da prestigiada revista de poesia CALIBAN. Bom estado, por abrir.
Descrição:
In-4.º de 5 volumes com 12 números cada respectivamente 586-(1), 584, 660-(2) e 666-(1) págs cada. Encadernação meia amador em chagrin preto ricamente decorada na lombada com florões e dizeres dourados em casas fechadas. Corte superior das folhas carminadas. Miolo muito bem conservado e muito fresco. Último volume com
encadernação restaurada à cabeça. Faltam os índices dos volumes II e III.
Ricamente ilustrado à parte com inúmeras gravuras abertas a talha doce reproduzindo magníficos retratos dos escritores contemporâneos, actores, membors da família real, políticos e cientistas e quadros dos nossos melhores artistas como os desenhos do Rei D. Fernando e Tomaz da Anunciação, impressos à parte. No volume II, dois grandes mapas desdobráveis da Praça de Gaeta, gravuras estas não referidas nas bibliografias. Esta colecção apresenta uma numeração de páginas errada no último volume em que aparecem as páginas 555 a 608 marcadas 355 a 408, característica esta nunca referida pelos bibliografos.
Colecção da PRIMEIRA EDIÇÃO e MUITO RARA.
Salientamos o facto de ser aqui publicado um texto de Machado de Assis no mesmo ano em que se estreou com Chrysalidas, a sua primeira obra literária.
HENRIQUE MARQUES, 513; JOSÉ DOS SANTOS (1916), 294; JOSÉ DOS SANTOS (1939), 1294; CONDE D A FOLGOSA, 3307;
CAMILIANA (SOARES & MENDONÇA, 1968), 3450; ALMEIDA MARQUES, 1852
Descrição:
In-fólio peq. 16 números com 154 págs. Encadernação não coeva, meia inglesa em skivertex azul, com dizeres dourados na lombada. Miolo muito limpo e fresco, não obstante alguns picos de humidad dispersos no volume.
CONSERVA CAPAS DE BROCHURA e ligeiro aparo marginal. Nenhuma da bibliografia apresentada refere a existência de um índice, caratcerística esta que o nosso exemplar apresenta no final da obra, com descrição exaustiva do conteúdo do periódico, impresso em papel distinto, assim como a tipografia aplicada, de feitura posterior, recorre a tipos próprios do séc. XX.
Semanário de elevado interesse e muito apreciado sobretudo quando apresenta os raríssimos 3 figurinos aguarelados (Leroy imp. Paris) infelizmente que o nosso exemplar não preserva.
PRIMEIRA E ÚNICA EDIÇÃO. Invulgar.
HENRIQUE MARQUES, 522; JOSÉ DOS SANTOS (1939), 1016; CONDE DA FOLGOSA, 1484; CAMILIANA (SOARES & MENDONÇA,
1968), 2155, ALMEIDA MARQUES, 1020.
Descrição:
Editor Francisco Gomes da Fonseca, Porto, 1857. In-8.º de dois volumes com 24 e 12 números respectivamente 390 e 200 págs, encadernados em um. Encadernação meia francesa em chagrin preto com belíssimos ferros dourados gravados com finos filetes duplos em casas fechadas e nos nervos. Ligeiramente aparado, estando no entanto o miolo muito limpo e fresco mantendo a sonoridade original do papel. Completo de tudo quanto publicado.
MUITO VALIOSA, RARÍSSIMA E PEÇA DE COLECÇÃO deste periódico muito interessante publicado entre 1852 e 1857 ao longo de 24 (1ª parte) e 12 (2ª parte) números com grandes variações de periodicidade. De elevadíssimo interesse camiliano.
[ O BARDO // JORNAL DE POESIAS INEDITAS // - // REDACTORES, A. P. C. – F. X. DE NOVAES. // Nova edição // (vinheta tipográfica) // PORTO : EDITOR, FRANCISCO GOMES DA FONSECA. // - // 1857.]
HENRIQUE MARQUES, 503; JOSÉ DOS SANTOS (1916), 275; JOSÉ DOS SANTOS (1939), 747; CAMILIANA (SOARES & MENDONÇA, 1968), 336; DESCRIÇÃO BIBLIOGRÁFICA CAMILIANA (2003), 249.
Descrição:
Imprensa de J. G. de Sousa Neves, Lisboa 1872-1873. In-4º de 5 números com 55-(1), 33-(1), 35-(1), 43-(1) e 40-(1) págs. respectivamente, encadernados num volume único. Encadernação moderna, meia francesa em chagrin castanho tabaco, com guardas de papel fantasia executados em tina manual. Lombada finamente decorada com dourados floreados em casas fechadas e através dos dizeres.
CONSERVA INTACTOS todas as capas de brochura, estando o exemplar por aparar na íntegra.
O facto das capas de brochura conservarem quase todas elas carimbos a óleo dos correios (apenas o nº 3 está sem carimbo), forma pela qual circulavam na época, permite datar com algum rigor, a sua difusão entre 26 de dezembro de 1872 e 27 de maio de 1873, portanto, uma por final de cada mês.
RARA PUBLICAÇÃO completa, como a que se apresenta, em que Gomes Leal tinha apenas 24 anos quando fundou este periódico.
PEÇA DE COLECÇÃO
Descrição:
Livraria Verol, Lisboa, 1867. In-8º de 96 págs. ilustrado. Brochado com as capas fragilizadas, dada a sua fina gramagem, e defeitos marginais. A necessitar de encadernação. Os defeitos, são próprios da acção do tempo sobre este papel de baixa qualidade, papel este usado nas edições populares de intenso manuseamento.
Preserva a carismática gravura que representa o Rei Caramba.
INVULGAR, curiosa e muito cómica publicação, da responsabilidade da Livraria Verol, fundada em 1836 e que teve mais de um século de existência entre actividade livreira, encadernadora e papelaria.
Descrição:
Off. da Pap. Estevão Nunes & Filhos, Lisboa, 1903-1904. Nº 1, de Janeiro de 1903, a nº 24 de Dezembro de 1904, encadernadas em dois volumes,162 e 192 páginas. Encadernação editorial lavrada com ferros a pigmento negro e dourado com índices. Boa impressão sobre papel de qualdiade superior. Excelente estado de conservação embora com ligeiro amarelecimento generalizado.
Descrição:
[Casa Tipográfica de Alves & Mourão. Coimbra]. Tomo I (1 a 5). Coimbra, Agosto - 1920. In-4.° de (2)-40 págs. Brochado com estampas em separado impressas em papel couché. Ostenta uma dedicatória autógrafa de Camilo Valente, director da revista. Capa de brochura com ligeira acidez generalizada localmente com foxing, própria da sua qualidade intrínseca. Cantos inferior e superior direito da capa anterior com pequena falha de papel. Miolo muito bem conservado e muito limpo.
Preserva a muito rara folha volante AOS PORTUGUESES D'ALÉM MAR, não referida na bibliografia especializada, nem nos importantes catálogos de colecções de periódicos literários (ver penúltima foto).
Descrição:
(Empresa Nacional de Publicidade, Lisboa, 1956-7). in-4~de quatro números com numeração corrida, num total de 410 págs. Brochado.
Capas manifestando alguma acidez, dada a qualidade própria do papel. Terceiro número com insignifiante trabalho de bicho marginal junto à charneira, sem afectar, nem a estrutura do livro, nem a mancha tipográfica.
Descrição:
Casa Minerva, Coimbra, 1912. 5 números de in-8º num volume só de 292-16 págs. Encadernação inteira em pele chagrin cor de vinho com dizeres a ouro na lombada e cervaduras douradas nas pastas. Conserva todas capas de brochura. Por aparar. Ilustrado em extra-texto.
PRIMEIRA SÉRIE COMPLETA.
INVULGAR.
Descrição:
Livraria Central de Gomes de Carvalho, Lisboa, 1945/46. In-8-º de 8 números com 30-(2) páginas cada um. Encadernação meia francesa com cantos e lombada em pele, apresentando a lombada decorada a dourados. Conserva capas de brochura. Os 8 números estão encadernados num único volume.
INVULGAR
COLECÇÃO COMPLETA
Descrição:
Centros de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, Coimbra, 1978-1986. Vinte primeiros números da Revista de Estudos Sociais em treze volumes (alguns dos números são duplos ou triplos). Br. Alguns volumes com assinatura de posse. Falho do nº 6.
Descrição:
Edição do Secretariado da Propaganda
Nacional, Lisboa e do Departamento de Imprensa e Propaganda, Rio de Janeiro/Lisboa. 1942-1959.COLECÇÃO COMPLETA. Série I: Números 1-6 , Lisboa 1942-1946. Série II: Números 1-7, Lisboa 1946-1948. Série III: Número 1-3, Lisboa 1949-1950.
Profusamente ilustrada e tendo diferenças gráficas de série para série.