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Descrição:
Imprenta y Estereotipia de M. Rivadeneyra, Madrid, 1858. In-4º de X-(1)-216 págs. Encadernação modesta, cartonada com lombada em pele do diabo, com a capa de brochura colada na pasta anterior. Aparo marginal e ocasional foxing nas primeiras e nas últimas 3 folhas, dada a qualidade hidrófila do papel.
Ferramenta fundamental da bibliografia botânica produzida na península ibéricado até meados séc. XIX.
Miguel Colmeiro (1816-1901) foi catedrático de botânica e Agricultura da Universidade de Barcelona, com uma notável carreira científica de investigação botânica muito relevante, tendo sido um dos primeiros estudiosos dedicados à Flora espanhola. Fundou a Sociedad Española de Historia Natural em 1871. Colmeiro foi ainda académico da Real Academia de Medicina; da de Ciencias Exactas, Físicas y Naturales; da de Ciencias y Artes de Barcelona, e da de Buenas Letras de Sevilla.
Descrição:
Imprensa da Universidade, Coimbra, 1890. In-4º de 48-(1) págs. Encadernação moderna em percalina grenat com dizeres dourados na lombada. Preserva as capas de brochura e com uma dedicatória autógrafa ao Agrónomo-escritor Carlos de Sousa Pimentel.
Dissertação apresentada ao Conselho da Escola Polytechnica de Lisboa, no concurso para o provimento do lugar de lente substituto da 9ª cadeira. Constitui um trabalho pioneiro sobre esta família de monocotiledóneas que hoje se conhecem bem e se distribuiem por 9 géneros e 230 espécies distintas.
O prefácio diz-nos o seguinte: " ... O trabalho que, decerto, mais interessa na actualidade a botanica por-tugueza é a publicação de uma Flora, onde sejam enumeradas e descriptas as especies espontaneas do paiz e as de mais vulgarisada cultura.
Emquanto nas outras nações se sucedem os livros d'esta natureza, sem interrupção, procurando tornar de cada vez mais exacto e mais minucioso o conhecimento das plantas indigenas, nós só possuimos um unico livro completo sobre o assumpto, e que, embora de altissimo valor, tem a data de 1804.
Nos ultimos tempos, felizmente, graças ao zelo dos professores de bo-tanica da Escola Polytechnica de Lisboa e da Universidade de Coimbra, têem-se acumulado nos respectivos gabinetes riquissimos materiaes, fructo de numerosas. herborisações, e que vão ser a base, n'um futuro mais ou menos proximo, da desejada revisão da nossa flora; d'esta afirmativa são um testemunho seguro as bellas monographias de varias familias já dadas a publico.
Tendo eu de escolher materia, de entre as questões mais importantes da botanica, para a dissertação que hei de apresentar ao conselho da Escola Polytechnica, entendi dever preferir o estudo de uma familia de plantas portuguezas, como sendo o que está mais em harmonia com esse maior desideratum actual d'esta sciencia entre nós. ..."
Descrição:
Publicações da Direcção Geral dos Serviços Florestais e Aquícolas, Lisboa, 1951. in-8º de 68 págs. numeradas de 258 a 327 (trata-se de uma separata factícia). Brochado com capas manifestando alguma acidez e com vestígios de fita gomada no pé da lombada. Com uma dedicatória autógrafa. Nítida impressão sobre papel de boa qualidade ricamente ilustrada com diversidade de espécies de eucaliptos, tipos de sementes de cada uma das espécies descritas, quadros e gráficos estatísticos.
Descrição:
(Tip. Sequeira, Ldª, Porto), 1921. In-8º de 136 págs. Brochado. Nítida impressão sobre papel de boa qualidade, sedoso, de apuro gráfico ao gosto arte nova. Em muito bom estado com sinais de uso apenas na charneira.
Invulgar.
Descrição:
Impresso por H. Bryer, Bridge Street Blackfriars, Londres, (1815). In-8º de dois volumes com XIX-(1)-458 + 7 ilustr. + 5 tabelas desdobráveis & IX- 7 ilustr. + 424-15 ffs inumeradas + 3 tabelas desdobráveis grande formato. Encadernação coeva meia inglesa em pele castanha com lombada decorada a ouro com ferros victorianos, zona central a sêco e dizeres dourados ao alto. Possui no pé da lombada rótulos de papel de ordem de biblioteca privada. Carimbo e rúbrica de posse.
As 7 estampas que cada volume comporta, são gravuras a talha doce gravadas por J. Walker e representam figuras anatómicas comparativas dos diferentes taxon do reino animal.
Quadro Elementar da Historia Natural dos Animaes foi uma das obras mais reputadas da sua época. Obra justamente apreciada publicada em Portugal apenas 17 depois da edição francesa que lhe esteve na origem intitulada "Tableau élémentaire de l'histoire naturelle des animaux" publicada em 1797-1798, destaca-se pelos índices comparativos e pela introdução de nomenclatura portuguesa na obra do zoologista francês George Cuvier. As tabelas desdobráveis debruçam-se sobre as mais variadas espécies, desde as aves aos crustáceos. Inclui um prefácio do tradutor, António d’Almeida, e de Félix de Avelar Brotero, sobre o qual recaiu a importante responsabilidade de rever, corrigir e anotar a obra, fazendo corresponder os termos franceses e latinos à nomenclatura portuguesa. Numa época em que, no decurso das Invasões Napoleónicas, a ciência em Portugal se encontrava estagnada, este livro veio apresentar importantes contributos para a sua atualização e progresso.
Inocêncio I, 83 e II, 262
Descrição:
Ex Typographia Regia, Lisboa, 1804. In-8º de 2 volumes com XVIII-607 & 557-(1) págs. respectivamente. Encadernação coeva, meia inglesa em pele azul escura, com dizeres dourados na lombada, limitadas por ferros corridos, também a ouro e a sêco. Nítida impressão sobre papel de boa qualidade, mantendo-se a sonoridade original do papel. Etiquetas de ordem de biblioteca no pé da lombada. Charneiras de ambos os volumes com alguma e insignificante fragilidade, provocada pelos ciclos de abertura e fecho, durante o manuseio da obra. Pé da lombada do segundo volume fissurado na charneira, sem perder qualquer função estrutural de suporte do livro. Segundo volume com uma ténua e quase imperceptível mancha de humidade, à cabeça e circunscrito às primeiras 20 páginas.
Considerada a primeira flora portuguesa, este título é uma obra de botânica descritiva, em latim, com recurso ao sistema de Lineu. Apresenta 1885 espécies, muitas delas desconhecidas então para a ciência, tendo também sido nela realizada pela primeira vez uma nomenclatura botânica portuguesa.
Estando na época anunciada a publicação de Flore Portugaise por parte dos botânicos Link e Hoffmansegg, a publicação da Flora Lusitanica, foi acelerada por ordem do governo, pelos então ministros D. Rodrigo de Sousa Coutinho e D. João d'Almeida de Mello e Castro como oposição de Domingos Vandelli e do P. Velloso.
PRIMEIRA EDIÇÃO da obra classificada como um importante marco na botânica nacional e da ciência portuguesa em geral.
Inocêncio II, 259
Sousa da Câmara, 459 (muito raro)
Descrição:
Fundação calouste Gulbenkian, Lisboa, 1968. In-8º de 273-81) págs. Encadernação editorial com sobrecapa. Ilustrado em separado com fotografias (do autor? - cremos que sim).
Exemplar em excelente estado de conservação, não obstante da rúbrica de posse no frontspício.
EDIÇÃO ORIGINAL de um dos mais importantes títulos, diversas vezes reeditado, da impoenente literatura geográfica do grandioso Orlando Ribeiro.
Descrição:
Tipografia Atlântida, Coimbra, 1948. In-8º de VI-97-(1). Brochado. Ilustrado à parte com 9 fotografias representando os principais acidentes geomorfológicos portugueses e sua relação com sistema de falhas, estas identificadas em papel cebola, sobre as folhas da orografia regional. Ainda com três grandes mapas desdobráveis, sendo um deles a primeira representação portuguesa do mapa orográfico de Portugal Continental a três dimensões, obtido por fotografia a partir do original preservado e exposto no Departamento de Ciências da Terra da FCT/UC. Os dois outros mapas do território continental nacional, em impressão cromoilitográfica, representam a Carta Hypsométrica obtida em 1908 e a Carta Geológica de 1899.
Preserva a etiqueta editorial de aviso ao leitor, sobre os 3 extratextos fotográficos. As folhas I, II e III, tal como o mapa orográfico, faltam em grande número de exemplares dada a distribuição ter sido separada, e não incluidas na feitura desta publicação.
Trata-se do nº 22 da Memória e Notícias, das Publicações do Museu Minetralógico e Geológico da Univ. de Coimbra.
Descrição:
Imprensa Nacional. Lisboa. 1891. In-4º de XXXIV-519 págs. Encardernação coeva inteira de pele arboreada com dizeres dourados em casas abertas na lombada, decorada ao gosto romântico. Rótulos de pele preta com dizeres dourados na lombada. Aparo marginal
Profusamente ilustrado em extra-texto com gravuras representando cenas e técnicas de pesca, apetrechos e modos de utilização para a pratica desta actividade e também com mapas alguns deles desdobráveis. As cromolitografias coloridas, protegidas com papel celofane, representam as principais taxonomias piscícolas das águas portuguesas. Mapa desdobrável da Carta de Pesca de Portugal realizada pelo autor com uma legenda com a distribuição das principais artes de pesca.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
INVULGAR.
Descrição:
Faculdadede Medicina de Lisboa, Lisboa, 1925. In-4.° de 194-(3) págs. Brochado apresentadno na capa picos de humidade. Miolo muito limpo, fresco e bem conservado.
PRIMEIRA EDIÇÃO da conferência plenária realizada na Faculdade de Medicina, no Primeiro Centenário da Régia Escola de Cirurgia de Lisboa, em 19 de Dezembro de 1925, depois ampliada e dividida em capítulos, aqui editados.
Descrição:
Agência Geral das Colónias, Lisboa, 1945. In-8º de XVI-218-(2)págs. Br. Capas amarelecidas pelo tempo. Ilustrado ao longo do texto e em extra-texto. Carimbo a tinta manchado no frontispício.
Descrição:
João Romano Torres & Cª - Editores, 1910, Lisboa. In-8º de 930 págs. Encadernação meia inglesa com florões e dizeres a ouro em casas abertas. Pastas com manchas de humidade. Ilustrado ao longo do texto.
Descrição:
Imprensa Portuguesa, Porto, 1969. In-8.º de 39 págs. Ilustrado.
Descrição:
Imprensa Portuguesa, Porto, 1970. In-8.º de 206(1) págs. Br. Ilustrado.
Descrição:
Quelle & Meyer, Heidelberg, 1968. In-4.º de 295 págs. Cartongem editorial.
Descrição:
Edições Cultura Hispânica, Madrid, 1976. In- fólio máximo de dois volumes com 66-57 e 71-53 páginas respectivamente. Encadernação editoiral meia francesa em pele com cantos.
Descrição:
Abbey Garden Press, Califórnia, 1941. In-4.º de dois volumes com 990 páginas consecutivas. Cartonagem editorial.
Descrição:
Abbey Garden Press, Califórnia, 1937. In-4.º de três volumes com 1185 consecutivas. Cartonagem.
Descrição:
Harley Books, 1988. In-4º de 291 págs. Cartonagem editorial.
Descrição:
Horizons de France, Paris, 1959. In-4º de 190 (2) págs. Cartonagem editorial.
Descrição:
Edições Ómega S. A., Barcelona, 1973. In-8.º de 416 págs. Cartongem editorial.
Descrição:
Edição de D. Bramwll, London, 1979. In-8.º de 459 págs. Cartonagem editorial.
Descrição:
Presses Universitaires de France, 1948. In-8.º de 126 págs. Br.
Descrição:
Centre National de la Récherche Scientifique, Paris, 1982. In-8.º de 395 págs. Br.
Descrição:
The Royal Horticultural Society, London, 1956. In-8.º de 128 págs. Encadernação inteira em sintético azul, com dizeres dourados nas pastas e lombada.
Descrição:
Fernand Nathan, Paris, 1967. In-8.º de 325 págs. Cartonagem editorial.
Descrição:
Edição da Secretaria Regional de Educação de Cultura da Região Autónoma dos Açores e do Instituto de Botânica da Universidade de Coimbra, Coimbra, 1980. In-8.º de VIII-131 págs. Br
Descrição:
Société D´Edition D’ Eiseignement Supérieur, Paris, 1954. In-8.º de 394 págs. Br. Rubrica de posse na folha de guarda.
Capas de brochura com sinais de manuseamento.