Descrição:
Tagol, Lisboa, 1988. In-4º de 60 folhas inumeradas e um mapa de grandes dimensões desdobrável. Encadernação editorial em sintético com Brasão d'Armas da Real Bibliotheca gravado na pasta anterior, esta com filetes duplos em cercadura. Dizeres dourados na lombada.
Edição fac-similada limitada a 3000 exemplares com a respectiva leitura do manuscrito anónimo onde se incluem 12 plantas de regiões, vilas, duas cidades que ao tempo existiam e uma carta. De grande interesse para a história do Brasil.
Ótimo exemplar, fac-simile rigoroso em pormenores de conservação, sem defeitos apontar.
Descrição:
sub-título:
«Comprehendendo narrativas diversas, aventuras e importantes descobertas entre as quaes figuram a das origens do Lualaba, caminho entre as duas costas, visita ás terras da Garanganja, Katanga e ao curso do Luapula, bem como a descida do Zambeze, do Choa ao oceano – Edição illustrada com mappas e gravuras».
Imprensa Nacional, Lisboa, 1886. In-4º gr. de 2 vols com XXVII-448 e XIII-490 págs. respectivamente. Encadernação em tela cinzenta clara, editorial policromada a negro e vermelho, em excelente estado. Obra ilustrada com desenhos no texto, 14 gravuras em extratexto (4 no primeiro volume e 10 no segundo), uma das quais de página dupla, 2 desdobráveis com diagramas de curvas meteorológicas e 6 mapas desdobráveis (4 no primeiro volume e 2 no segundo).
Raro foxing em apenas algumas páginas, e alguma acidez nos mapas, próprio da qualidade do papel sob acção do tempo, sem perder estrutura de suporte, aliás, bem firme.
De Angola à Contra-Costa constitui o livro, em dois volumes, resultante das viagens pelos dois exploradores portugueses Hermenegildo Capelo e Roberto Ivens que, nos anos 1885 e 1886, efetuaram uma travessia da região austral de África, iniciada na costa angolana e terminada em Quelimane, Moçambique. Considerado um clássico do descobrimento científico interior de África, com fabulosas histórias e desenhos, é um relato fundamental consolidando a presença portuguesa no interior de África e servindo de base ao célebre Mapa Cor-de-Rosa, marco geopolítico do fim do século XIX. Capelo & Ivens relatam os choques cuturais entre europeus e africanos, no conhecimento de uns e no desconhecimento de outros em diversos assuntos do quotidiano, e da dificuldade de comunicação que tiveram com esses povos.
Em PRIMEIRA EDIÇÃO, esta é das mais conceituadas e apreciadas obras de toda a nossa bibliografia africana de viagens, numa esmerada e muito cuidada edição, impressa em excelente papel e enriquecida com numerosas gravuras impressas nas páginas de texto e em separado, além de diversos mapas desdobráveis, a cores.
Descrição:
Agência Geral do Ultramar, Lisboa, 1960. In-4º de XI-194-(1) págs. Brochado. Exemplar em muito bom estado, sem qualquer defeito de ordem maior apontar. Ilustrado no texto com astrolábios e tabelas e em extra-texto com reproduções coloridas dos mapas contidos no códice original.
Publicação da obra manuscrita, em 1673, por um aluno do oitavo cosmógrafo-mor de Portugal – Luis Serrão Pimentel (1613-1679) – coligindo as lições do mestre e ilustrando com 15 mapas coloridos com os principais portos da costa portuguesa e das suas colónias.
2ª edição com prefácio de A. Fontoura da Costa, comemorativa do V Centário da Morte do Infante D. Henrique.
Descrição:
Edição da Agência Geral das Colónias Comemorativa do Duplo Centenário da Fundação e Restauração de Portugal, (Lisboa), 1940. In-4º de XI-242-(1) - (1) gravura extra- texto + 5 Fig.s extra- texto. Brochado, capas e miolo com imperceptíveis picos de humidade mariginais próprio da qualdiade deste papel hidrófilo.
Edição realizada a partir do manuscrito existente na Biblioteca Vaticana,com obras anónimas sobre navegação, Regimentos do Sol, da Polar, e do Cruzeiro, tratado da agulha de marear, uma carta de marear, roteiros, um diário de navegação de André Vaz de 1538, e por último o diário de Navegação de Bernardo Fernandes de 1548.
Na nota introdutória, Fontoura da Costa diz-nos que todas estas obras são importantes, mas os dois diários de navegação são: «excepcionalmente valiosos, com observações pessoais do maior interesse náutico».
Invulgar.
Descrição:
Agência Geral das Colónias, Lisboa, 1956. In-4º de 2 vols com XV-324-(1) pág.+ 3 estampas extratexto & 429+ (2) págs.+ 7 gravs. extratexto respectivamente. encadernação moderna em percalina vermelha, meia inglesa com cantos. Preserva as capas de brochura. Muito bons exemplares, muito bem conservados.
O itinerário de Sebastião Manrique, de interesse universal, como na Peregrinação, foi investigado modernamente e provou-se a veracidade do texto antigo, confirmando a fama da nossa literatura de viagens.
Descrição:
Na Officina Patriarcal de Francisco Luiz Ameno, Lisboa, 1762 (a 1763). In-8º de (16)-466-(1), (12)-480 e (4)-503-100 págs. Encadernação coeva e corrida em carneira flamejada, lombada a 5 nervos dourados com florões vegetalistas em casas fechadas, rótulos de pele vermelha (patinada) com dizeres também dourados. Falho de rótulo no primeiro volume e parcialmente preservado o do volume terceiro. Nítida impressão sobre papel de boa qualidade mantendo a sua sonoridade original de frescura. Trabalho de traça no volume 1 e 2, prejudicando por vezes a leitura (em especial no volume 2). Aparo marginal generalizado e carminado.
Apresenta uma marca de posse manuscrita de antigo Collº de S. João Evangª de Coimbra.
O 3º volume apresenta com numeração própria um Roteiro Terrestre de Portugal em que se ensinaõ por jornadas e summarios naõ só os caminhos, e as distancias, que ha de Lisboa para as principaes terras das Provincias deste Reino, mas as derrotas por travessia de humas a outras povoações delle.
2ª edição revista e aumentada. Preserva o mapa desdobrável que na época foi vendido à parte, razão pela qual muitos bibliógrafos não registam a sua existência.
Ávila Perez, 1567 (muito rara)
BNP (HG-4124-V_3)
Inocêncio III, 300 (é a edição preferida por mais correcta e augmentada)
Descrição:
Tipografia Atlântida, Coimbra, 1948. In-8º de VI-97-(1). Brochado. Ilustrado à parte com 9 fotografias representando os principais acidentes geomorfológicos portugueses e sua relação com sistema de falhas, estas identificadas em papel cebola, sobre as folhas da orografia regional. Ainda com três grandes mapas desdobráveis, sendo um deles a primeira representação portuguesa do mapa orográfico de Portugal Continental a três dimensões, obtido por fotografia a partir do original preservado e exposto no Departamento de Ciências da Terra da FCT/UC. Os dois outros mapas do território continental nacional, em impressão cromoilitográfica, representam a Carta Hypsométrica obtida em 1908 e a Carta Geológica de 1899.
Preserva a etiqueta editorial de aviso ao leitor, sobre os 3 extratextos fotográficos. As folhas I, II e III, tal como o mapa orográfico, faltam em grande número de exemplares dada a distribuição ter sido separada, e não incluidas na feitura desta publicação.
Trata-se do nº 22 da Memória e Notícias, das Publicações do Museu Minetralógico e Geológico da Univ. de Coimbra.
Descrição:
Robert Wilkinson, London, 1800 (frontspício) a 1803 (Índice). In-fólio de (4)- 48 mapas aguarelados. Encadernação meia inglesa e pele preta coeva com dizeres dourados na lombada; papel de guarda e das pastas substituido com papel fantasia moderno. Frontspício com uma bela gravura alegórica aberta em chapa de aço, com manchas de humidade antigas. Nítida impressão sobre papel de gramagem superior, com gravuras cartograficas abertas em chapa de cobre assinadas por w. Harrison, George Allen, T. Conder, E. Bourne, J. Roper, B. Baker, T. Foot e I. Puke, de belo efeito visual realçado pela aguarela coeva.
PEÇA DE COLECÇÃO
Phillips, Atlases 696, 701, 3532a, 4301.
Descrição:
Colburn & Bentley, London, 1830. In-4º de XVI-511 e VII-512 págs. Encadernação coeva em sintético verde com rótulos de pele castanha e dizeres dourados na lombada. Ilustrado com 3 mapas desdobráveis, 1 frontspício colorido, 13 gravuras abertas em chapa d'aço de página inteira e dupla. COMPLETO DE TEXTO E GRAVURAS, estas últimas efevtuadas a partir de desenhos de C.R. Cockerell. MUITO BOM EXEMPLAR, muito be conservado com ocasional e muito raro foxing, tão prórpio da acção do tempo sobre este tipo de papel, mesmo assim de belíssima qualdiade.