Descrição:
Parceria Antonio Maria Pereira, Lisboa, 1976. In-8º de 137-(1) págs. Brochado. Exemplar muito fresco, impecável.
PRIMEIRA EDIÇÃO do segundo livro do autor. Na verdade é o terceiro título da sua extensa bibliografia, dado ter sido rejeitado pelo autor a sua primeira obra publicada. Publicou o anterior título em 1968 (As Margens) a custas próprias, em edição de autor, mas só seis anos depois publica o presente título, depois de uma longa estadia na Áustria.
Autor simpatizante e influenciador dos surrealistas portugueses, foi considerado pela crítica (Manuel Frias) "uma das estrelas mais brilhantes da constelação literária portuguesa - ocultada, tantas vezes pelas nuvens do fácil e do óbvio" com uma escrita hermética, despojada, árida, abstracta e microscópica.
Descrição:
Typographia Occidental, Porto, 1880. In-fólio (formato jumbo) com (2)-28 págs. Encadernação coeva meia inglesa em pele verde escura com lombada de 6 casas fechadas, decoração dourada gótica e dizeres, também dourados. Pastas em skivertex texturado, verde escuro, com molduras lisas gravadas a seco. Preserva as bonitas e enormes capas de brochura impressas a pigmento dourado e bronzeado sobre cartolina cinzenta Guardas em papel lustro verde alface, coevo e com efeito de reflexos, ostentando um ex-libris camoneano.nLombada coçada à cabeça e pé.
PEÇA DE COLECÇÃO não referida na bibliografia especializada, tão pouco nos catálogos livreiros das principais colecções camoneanas leilodas no séc. XX., como tal, consideramos estar presente uma edição bastante rara. Gráficamente de execução superior impressa sobre sobre papel de elevada qualidade, apresenta textos em sete idiomas: português, catalão, castelhano, francês, italiano, inglês, alemão e sueco. Tipografia de fino recorte, com mancha gráfica ladeada por uma belíssima moldura tipográfica impressa a vermelho.
O belo retrato de Camões também ladeado por um pórtico alegórico renascentista, é reproduzido a partir do que foi publicado na luxuosa edição de Morgado Mateus (1816, em Paris).
A iniciativa de publicação desta obra esteve a cargo de Francisco Xavier Esteves (1864-1944) quando tinha apenas 16 anos de idade, sendo sobretudo conhecido pela autoria da Livraria Lello, no Porto.
A colaboração é bastante variada com destacada participação de escritores nacionais e estrangeiros, pela seguinte ordem: Teófilo Braga, Júlio Moreira, Conde de Samodães, Pereira Caldas, É. Littré, Z. Consigliri Pedroso, Mendes Leal, Guimar Torrezão, Carl von Reinhardstoettner, Rangel de Lima, Ferreira de Mesquita, A. E. Nordenskiöld, João de Deus, F. Pelay Briz, Alberto Pimentel, Serpa Pinto, Robert Avé-Lallemant, Joaquim de Araújo, Miguel de Lemos, Victor Hugo, Christovam Ayres, Júlio de Matos, Benigno Joaquim Martinez, Reis Damaso, D. Agua de Valldaura, R. Frias, Augusto Coelho, Benedetto Cairoli, Rangel de Quadros, Enrique Sepúlveda y Planter, Manuel Emídio Garcia, Pere Clapés y Trabal, Oliveira Martins, Teixeira Bastos, E. d'E., A. Luso, Bulhão Pato, Timoteo Domingo Palacio, António Feijó, F. Adolfo Coelho, Wilhelm Storck, F. J. Patrício, Alfredo Carvalhaes, Artur Marsiera y Colomer, J. Leite de Vasconcelos e Diogo de Macedo.
Não referida pela Biblioteca Nacional.
Inocêncio XV-145.
PLANOR - Plano do Património Bibliográfico Nacional de Obras Raras (Brasil) refere a existência de um exemplar desta obra.
Descrição:
Tip. Arucitana, Moura, 1958. In-8º de 2 fascículos em brochura, cada com 16 págs. inumeradas. Nítida impressão a duas cores, sépia e negro, sobre papel encorpado de embrulho cinzento.
Esta revista constiutui separata parcial do jornal A Planície e os dois números publicados em Moura sob a égide de Afonso Cautela. Ela dava publicidade a textos de carácter mais polémico que não estavam no âmbito daquela publicação.
INVULGAR.
" ... Intitulava-se um periódico de escritores novos, criticava energicamente a política das editoras e a imprensa literária comercial, manifestava-se contra a política do elogio mútuo, o academismo e a estagnação da literatura encartada, reivindicava os direitos inalienáveis dos jovens autores, propunha-se constituir um fórum de discussão em que a independência fosse pedra-de-toque.
No número inaugural, Afonso Cautela, em entrevista, insurgiu-se contra a usurpação por literatos do projecto-revista "Convívio", que seria concretizado à revelia do grupo de jovens que a idealizara anos antes. Referia-se Afonso Cautela à Coordenada, que viria a lume no Porto, pouco depois. O mesmo autor escreveu sobre a "falência do neo-realismo", afirmando nomeadamente que muito mais tem sido feito, no domínio da literatura, pelos cultores do surrealismo e da
"arte pela arte". O posicionamento perante aquele movimento literário mantém-se nas críticas que aferem os livros de Alves Redol e Mário Braga, bem como relativamente à Vértice, que "envelheceu", o que também parece ter acontecido aos «seus mais selectos (ou seleccionados) colaboradores ...". (Daniel Pires, Dicionário da Imprensa Periódica Literária Portuguesa do Século XX (vol. II, 2º tomo, p. 650)
Integra recensões críticas sobre Mário Braga, Alves Redol, Vergílio Ferreira, José Augusto Seabra, José Régio, Alberto de Serpa, Papiniano Carlos e Manuel Pacheco. O 2º número apresenta-se com genericamente com título: Líricas Maiores & Menores, uma entrevistadada pelo director do Jornal de Évora, sobre o projecto Convívio e as coordeandas que regem a Zero. Criticou com dureza o 1º número dos Cadernos do Meio-Dia, uma antologia de José Régio e Alberto de Serpa, fustigou Papiniano carlos e elogiou com restrições o livro surrealista espanhol de Manuel Pacheco - Los Caballos del Alba.
Descrição:
Na offic. de António Vicente da Silva, Lisboa, 1760. In-8º de 11 ff. inums-213 págs. Encadernação coeva inteira de pele decorada na lombada a quatro nervos em casas abertas, com florões, filetes duplos e dizeres a ouro sobre rótulo pele castanha escura. Pequeno corte no pé da lombada, sem falta de pele. Primeiras páginas com ligeiro empoeiramento.
BOM EXEMPLAR E RARO no mercado.
Obra não referida na bibliografia das principais colecções de livros antigos portugueses. Inocêncio refere ter sido reimpressa em 1794. Embora no frontspício indique a existência de dois tomos, e no final do volume (em títulos compostos por mais de um volume) constar o tradicional "Fim do primeiro Tomo", tanto Incêncio como na informação da BN, apenas se imprimiu a primeira parte desta obra.
Academia das Ciêncas de Lisboa apresenta um exemplar (BACL-11-723-14)
Biblioteca Nacional apresenta um exemplar (S.A.-10642-P)
Diccionário de Pseudónimos de Albino Lapa (1980), 2111.
Guia de fontes primárias sobre Acadêmicos Esquecidos e Renascidos (1724/1759) por Carlos Mendes Morais (2010).
Inocêncio, I 135 & VIII 141.
Descrição:
Livraria Bertrand, Lisboa, s.d.. In-12º de 197 págs. Brochado. Cabeça da lombada com ligeiro defeito de manuseamento.
Descrição:
Typographia Castro Irmão. Lisboa. 1885. In-8º de (4)-IV-171-(1) págs. Encadernação coeva meia francesa marroquin castanho. Cantos superiores ligeiramente coçados. Acidez ligeira dada a qualidade própria do papel.
Descrição:
Ministério da Educação e da Cultura & Instituto Nacional do Livro, Rio de Janeiro, 1958. In-8.º de 249-(3) págs. Br.
Descrição:
Livros de Portugal, Rio de Janeiro, 1960. In-4.º de XV-349 págs. Br. Rubrica de posse. Ilustrado.
Descrição:
Livraria Sá da Costa, Lisboa, 1929. In. 8.º de 221-(1) págs. Br.Rubrica de posse. exemplar autenticado com rubrica de autor e editor.
Descrição:
Comissão Nacional do Centenário de Almeida Garrett. Ministério da Educação Nacional, Lisboa, 1959. In-4º de 542 pags. Capas de brochura com alguns picos de acidez.
Descrição:
Edição de autor, Vila Nova de Famalicão, 1947. In-8º de 179-(5) págs. Br. Capa de brochura amareleciida pelo tempo.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Biblioteca Geral da Universidade, Coimbra, 1985. In-4º de 576 págs. Cadernos por abrir.
Descrição:
Typographia do Jornal do Porto, Porto, 1876. In-8º de 185 págs. Encadernação meia inglesa em pele com dizeres a ouro na lombada. um bocado cansada.. Paginas com alguns picos de acidez. Ostenta uma assinatura de posse. Traduzido da 2ª edição por M. Fernandes Reis.
Descrição:
Empresa Nacional de Publicidade, Lisboa, 1933. In-8º de 97-(4) págs. Br. Cadernos por abrir.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
INVULGAR.
Descrição:
União dos Escritores Angolanos, Luanda, 1979. In-8º de 135 págs. Br. Muito ilustrado, no texto e em extra-texto a cores e a preto e branco.
RARO.
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