Descrição:
sub-título:
«Comprehendendo narrativas diversas, aventuras e importantes descobertas entre as quaes figuram a das origens do Lualaba, caminho entre as duas costas, visita ás terras da Garanganja, Katanga e ao curso do Luapula, bem como a descida do Zambeze, do Choa ao oceano – Edição illustrada com mappas e gravuras».
Imprensa Nacional, Lisboa, 1886. In-4º gr. de 2 vols com XXVII-448 e XIII-490 págs. respectivamente. Encadernação em tela cinzenta clara, editorial policromada a negro e vermelho, em excelente estado. Obra ilustrada com desenhos no texto, 14 gravuras em extratexto (4 no primeiro volume e 10 no segundo), uma das quais de página dupla, 2 desdobráveis com diagramas de curvas meteorológicas e 6 mapas desdobráveis (4 no primeiro volume e 2 no segundo).
Raro foxing em apenas algumas páginas, e alguma acidez nos mapas, próprio da qualidade do papel sob acção do tempo, sem perder estrutura de suporte, aliás, bem firme.
De Angola à Contra-Costa constitui o livro, em dois volumes, resultante das viagens pelos dois exploradores portugueses Hermenegildo Capelo e Roberto Ivens que, nos anos 1885 e 1886, efetuaram uma travessia da região austral de África, iniciada na costa angolana e terminada em Quelimane, Moçambique. Considerado um clássico do descobrimento científico interior de África, com fabulosas histórias e desenhos, é um relato fundamental consolidando a presença portuguesa no interior de África e servindo de base ao célebre Mapa Cor-de-Rosa, marco geopolítico do fim do século XIX. Capelo & Ivens relatam os choques cuturais entre europeus e africanos, no conhecimento de uns e no desconhecimento de outros em diversos assuntos do quotidiano, e da dificuldade de comunicação que tiveram com esses povos.
Em PRIMEIRA EDIÇÃO, esta é das mais conceituadas e apreciadas obras de toda a nossa bibliografia africana de viagens, numa esmerada e muito cuidada edição, impressa em excelente papel e enriquecida com numerosas gravuras impressas nas páginas de texto e em separado, além de diversos mapas desdobráveis, a cores.
Descrição:
Notabílissimo espólio epistolar, nunca posto no mercado, de uma das figuras de proa da cultura portuguesa de todos os tempos. A correspondência foi remetida a Fr. Francisco Freire de Carvalho (pseud. Filinto Junior), importante clérigo, homem de letras e autor da primeira história académica da literatura portuguesa, à época Superior do Colégio da Graça de Coimbra.
Para além de José Agostinho de Macedo e de Fr. Francisco Freire de Carvalho, este espólio passou pelas mãos de mais duas figuras maiores das letras nacionais: Theophilo Braga, que, como mencionado supra, as transcreveu — à excepção do ainda inédito "Ode" que ora se APRESENTA — e também das do grande poeta Eugénio de Castro, que lhas passou, por as ter herdado como sobrinho-bisneto que era de Fr. Francisco Freire.
Os receios de José Agostinho de Macedo (1761-1831) sobre a situação de trabalho de Freire de Carvalho revelar-se-iam infundados: o seu grande amigo, nascido em 1779, chegou a membro do Conselho de Sua Majestade, foi Cónego da Sé Patriarcal de Lisboa e Reitor do Lyceu Nacional, entre outros cargos importantes. Professor, historiador, tradutor, biógrafo, poeta e demais valências viriam a garantir-lhe lugar como sócio da Real Academia das Sciencias. Foi o autor de "Primeiro Ensaio sôbre a Historia Litteraria de Portugal desde a Sua mais Remota Origem até o Presente Tempo" (1845), a primeira história da literatura da nossa língua academicamente sustentada. No entanto, não por ter aceitado a sugestão de Macedo, mas pelas suas ideias liberais, zarpou mesmo para o Brasil em 1829, dado o regresso de D. Miguel. Por esta altura, já havia rejeitado o hábito. Voltaria em 1834 ao Reyno também por perseguição política, desta feita no Brasil. Foi um autor prolífico e um intelectual respeitado. Foi Mestre da Princesa Maria Amélia de Bragança, colhida na flor da idade pela tuberculose aos 21 anos, a 4 de Fevereiro de 1853. Certamente desgostoso — como atesta um doloroso poema que publicou — e já idoso para a epocha, Francisco Freire de Carvalho viria a falecer sensivelmente um ano depois.
Soberbo estado geral de conservação. PEÇAS DE COLECÇÃO E DE ELEVADO VALOR HISTÓRICO.
A saber:
Carta 1 – Lisboa 20 de Setembro de 1806. Bifólio. 30,5 cm x 21,3 cm. Entre muitos outros assuntos, Macedo pede correcções e opinião sobre as obras "Natureza" e "Creação", à qual o Tribunal [da Censura] havia sugerido alterações. Menciona a célebre gravura de Bartolozzi do «extincto vatalhão Bocage», a chegada do almirante John Jarvis «com seis formidaveis náos» ao Tejo capitaneando a HMS Hibernia e mais vinte e quatro embarcações de guerra na barra, dada a pressão dos franceses, «uma certa Potencia». Termina com um prosaico conselho para o Superior do Colégio da Graça de Coimbra: «foda quanto quizer e puder, mas faça versos.» e refere ainda a «Ode» (vide infra) que «está na gaveta». Trata-se da carta mais antiga publicada na obra de Theophilo Braga (1900).
Carta 2 — Lisboa 7 de Fevereiro de 1807. Bifólio. 22,3 cm x 17,1 cm. Relata, com a sua fina verbe, o assalto que sofreu a sua casa. Faz troça da última peça de Pato Moniz, seu inimigo figadal, representada no Theatro da Rua dos Condes e que mereceu pateadas. Conclui com um aforismo delicioso: «Venha para Lisboa, aqui vive-se, e fóra d’aqui dura-se.»
Carta 3 — Lisboa 7 de Março de 1807. Bifólio. 22,2 cm x 17,2 cm. Agradece uns queijos que Freire de Carvalho lhe enviou e convida-o à Penha de França. Refere a sua tradução de Horácio, em que Freire o havia ajudado, que se encontrava atrasada no prelo. Refere uma nova obra intitulada "Republica Literaria" e que, ou saiu sob outro título, ou nunca viu a prensa. Escreve brevemente sobre ideias teológicas e o «Cabeção Kant». Refere a entrada no Tejo de uma fragata inglesa com a «tripulação bebada, segundo o costume», acompanhada de 12 naus-da-linha que ficaram a guardar a barra. A grandiosa embarcação trouxe a nova da derrota de Napoleão a 25 milhas de Varsóvia a 26 de Dezembro de 1806, devendo relacionar-se esta notícia com a Batalha de Pułtusk que opôs os exércitos franceses aos russos. Hoje em dia a maioria dos historiadores considera-a não um derrota, mas uma vitória pírrica.
Poema 1 — Rocio de Lisboa 21 de Maio de 1808. Bifólio. 22,5 cm x 17,9 cm. Carta em hendecassílabos. Poema jocoso relacionado com a carta anterior, transcrito por Theophilo, mas censurado nas palavras obscenas, que inicia:
Bifam-se as cartas todas no correio;
Trez m’escreveste respondilhe logo:
Agradecendo orbiculares queijos
(…)
[INÉDITO] Poema 2 — Ode. s.d. [1808?]. Bifólio. 33,5 cm x 20,5 cm. Ode panegírica para o seu grande amigo, gabando-lhe todas as qualidades e referindo-se ao pseudónimo de Filinto [Junior] utilizado por Freire, que atingiu também ele fama à época. Deve tratar-se de uma produção encadeada com o poema anterior, uma vez que menciona o «audaz Britano» e o «galo ovante», certamente no contexto das Invasões Napoleónicas.
Carta 4 — Lisboa 30 de Maio de [1812] seis da tarde. Bifólio. 21 cm x 15 cm. Bifólio pré-filatélico com carimbo do Correio de Lisboa. Fica feliz por ter recebido logo duas cartas do seu amigo. De grande importância para a história da poesia portuguesa, esta curta missiva dá conta de que Macedo laborava em "O Gama", que, como é sabido, daria origem a "O Oriente". Refere ainda num novo poema intitulado "A Meditação" e diz que este substitui "A Natureza", por ser «maior e melhor».
Carta 5 — Lisboa 3 de Junho de 1812. Bifólio. 22 cm x 17,4 cm. Carta longa onde Macedo comunica a Freire que se encontra «em estado de guerra contra um exercito de Burros, que peja e entulha esta capital da parvoice.» Esta luta hercúlea deveu-se, aparentemente, às críticas que recebeu após a publicação de "Os Sebastianistas" (1810). «E hum dos primeiros mentecaptos q. me assestou uma cagalhoada de inepcias foi o [Pato] Moniz.», atestando o verdadeiro ódio que ambos autores retroalimentavam e que deu origem a algumas das mais acesas e deliciosas medições de forças da história da literatura em língua portuguesa. Refere ainda a publicação de "O Argonauta" e a má recepção que obteve "O Gama"; e de como lhe «quebravam os tomates» com o 5.º Canto d’ Os Lusíadas. Menciona as cartas que mandou imprimir em reacção a essas mesmas críticas. Menciona, outrossim, que corria no prelo a impressão de "A Meditação" e, num importante trecho, afirma que reescreveu "O Gama" e que o mesmo agora tem 12 Cantos, «com mais oitavas que o do Camões», tratando-se, pois, da primeira versão de "O Oriente". Este é um testemunho importante pelo próprio punho, porque confirma a obsessão de Macedo em atingir o nível do Vate; delírio com que os seus inimigos se divertiam muito e que ele mesmo chegou a reclamar. A propósito dos onagros mencionados supra, diz que se encontra a escrever um poema «regular» de quatro cantos e cinco mil versos intitulado «Os Burros». Trata-se do libelo que geraria grande polémica e lhe valeria o epíteto de «Padre Lagosta», aparentemente por se encontrar permanentemente ruborizado de raiva. Refere que vive na Calçada do Forno do Tijolo, n.º 45. Conclui convidando o amigo a ir ter com ele a Lisboa ou a ir para o Rio de Janeiro, pois teme pelo seu estado de emprego e pelos ares que se viviam nos conventos; e que, inevitavelmente, levariam à sua extinção cerca de vinte anos depois. Termina queixando-se do estado das letras nacionais, voltando a atacar Pato Moniz.
Carta 6 [fragmento] — Lisboa dia de S. Judas [Tadeu] de 1812 [28 de Outubro de 1812]. 1 fólio. 22 cm x 17,4 cm. 20,2 cm x 15,7 cm. Missiva muito curta que Theophilo considera fragmento, onde Macedo afirma: «Declaro guerra aos Papeloens da Terra.» Documento importantíssimo para a história da poesia de língua portuguesa, pois menciona ainda a publicação dos seus poemas "Meditação" e do celebrérrimo "O Oriente".
Carta 7 — Lisboa 3 de Julho de [1813]. Bifólio. 23 cm x 19 cm. Bifólio pré-filatélico com carimbo do Correio de Lisboa. Refere a saída do prelo de "Os Burros", com a qual fica muito descontente e diz preparar, por isso, a segunda edição. Menciona a possibilidade de imprimir, na Imprensa da Universidade, "O Oriente", uma das mais importantes obras da história da poesia em língua portuguesa, onde «julgo que consegui a possivel perfectabilidade, e que não cabe mais nas forças humanas.» Menciona o atraso na Impressão Regia dos poemas "Meditação" e "Newton". Declara que "... agora só se lêem as Gazetas e que os livreiros «estão às moscas». E onde é que já ouvimos todos nós isto?…". Fecha com um sábio conselho: «Cuide nas letras antes q. se acabem; adoçam a existencia, e depois de bem cultivadas, trazem a vantagem por fim de nos mostrarem que morremos perfeitamente asnos e ignorantes.»
Bibliografia auxiliar:
- Theophilo Braga - Obras Ineditas de José Agostinho de Macedo: Cartas e opusculos documentando as memorias para a sua vida intima e successos da historia litteraria e politica do seu tempo. Typographia da Academia Real das Sciencias. 1900
- Inocencio III, pp. 378-380.
Descrição:
Typographia da Sociedade Propagadora dos Conhecimentos Uteis, Lisboa, 1844. In-8º de XXIII-469-(8) págs. Encadernação meia francesa em pele cor-de-mel, com guardas em papel marmoreado em tina manual, decoarad na lombada com florões e dizeres a ouro em casas fechadas (encadernação assinada por Silvestre Pinto - Porto). Conserva o fac-simile impresso em grande folha desdobrável do manuscrito autógrafo de Frei Luís de Sousa. Inteiramente por aparar. Mancha tipográfica com alguma acidez, em algumas folhas.
Muito rara PRIMEIRA EDIÇÃO quando completo com o facsimile, como o que se apresenta.
Descrição:
Imprensa União-Typographica, Lisboa, 1858. In-8º de XV-133 págs. Brochado, prservando apenas a capa anterior, esta com ligeiro defeitos magrinas de manuseamento.
Descrição:
Real Imprensa da Universidade, Coimbra, 1830. In-4º de VIII-111 págs.
Encadernado junto com:
REGULAMENTO PARA O GOVERNO DA IRMANDADE DA SANCTA CASA DA MISERICORDIA DA CIDADE DE COIMBRA, Imprensa Litteraria, Coimbra 1875. In-4º de VIII-152 págs.
Encadernado junto com:
REFORMA DE ALGUNS ARTIGOS DO COMPRIMISSO E REGULAMENTO DA SANTA CASA DA MISERICORDIA DE COIMBRA. Imprensa da Universidade, Coimbra, 1885. In-8º de 10-(1) págs.
Frontispício com uma gravura emblema da Misericórdia de Coimbra. Conjunto importante em torno desta instituição secular, e de difícil reunião, com encadernação coeva em pele castanha escura, meia inglesa sem cantos, dourados na lombada com dizeres e decoração à época. Aparo marginal generalizado, em bom estado mantendo a sonoridade original do papel. Ostenta um ex-libris heráldico de Eugénio de Castro, e a encadernação foi executada pela Oficina do Colégio dos Orphãos de Coimbra, atestado pelo carimbo a óleo que ostenta o exemplar.
Descrição:
Livraria Clássica Editora, Lisboa, 1915. In-8º de 425-(7), págs. Brochado. Ilustrado em separado com retratos de figuras militares, cenas de campos de batalha e vistas de cidades europeias. Bom estado geral, exemplar em brochura muito atractivo.
Descrição:
Livraria J. Rodrigues & C.ª, Editores, Lisboa, 1933. In-8º de 305-(3) págs. Brochado. Ilustrado com reproduções fotográficas impressas sobre papel couché, em extra-texto. Manchinhas de humidade apenas nas ilustrações, dada a qualidade hidrófila do papel.
Descrição:
Na Impressão Regia, Lisboa, 1816. In-8º de 44 págs. Encadernação em papel antigo, marmoreado em tina manual. Mancha de humidade restrita à última folha, não impressa, que antecede a capa posterior. Bom exemplar, não aparado, com margens jumbo.
Exemplar que pertenceu à biblioteca de Eugénio de Castro, de quem ostenta a sua assinatura no frontspício, com uma nota manuscrita de sete linhas no verso do ante-rosto, tecendo onsiderações sobre o autor e a edição. Segundo Inocêncio este título teve uma tiragem restrita de 150 exemplares.
RARO.
Descrição:
Imprensa Portugal, Lisboa, 1940. In-8º de 103-(1) págs. Brochado. Ilustrado ao longo do texto e em separado. Dizeres e brasão da vila de Oeiras impressos na capa anterior com pigmento dourado. Ocasionais picos de humidade nas primeiras 3 páginas, no sector superior da página. Reforço da charneira com restauro da lombada, pequena falha de papel na cabeça da lombada (área correspondente a meio centímetro quadrado). Belo exemplar, muito limpo, em excelente estado geral de conservação.
PRIMEIRA EDIÇÃO desta muito estimada e valiosa monografia, título de Aquilino Ribeiro, provavelmente, o mais aro de aparecimento no mercado
Descrição:
L. Hachette, Paris, 1844. In-8º de (8)-442 e 408 págs. Encadernação coeva meia francesa em marroquin preto com dizeres dourados e ferros secos brunidos na lombada, em casas simples e fechadas. Aparo marginal. Guardas em papel fantasia manual da época. Primeiro volume com apontamento manuscritos coevos, que não conseguimos transcrever mas cremos que trata de um apontamento sobre crítica realizado num periódico ao tempo da sua publicação.Rúbrica de posse coeva em ambos os volumes, no frontspício.
Edição original do historiador Charles Weiss (1812-1881). A obra surge na sequência de uma tese que o autor defendeu em 1839 em torno das causas da decadência da indústria e comércio em Espanha e, aqui, trata de analisar as suas causas durante os séculos XVI a XVII, na indústria, na agricultura e no comércio, assim como na literatura e arte, apresentando as considerações acerca das novas políticas introduzidas pelos Bourbons.
Descrição:
Lisboa, 1940. In-4º de 463-(1) págs. Encadernação moderna em percalina bazul com dizeres dourados na lombada. Ligeiro aparo marginal. Miolo muito bem conservado. Profusamente ilustrado ao longo do texto e em separado.
Descrição:
Edições Ultramar, Lisboa, 1946. In-4º de XVI-(5)-397-(1) págs. Brochado. Capa de brochura ligeiramente empoeirada. Miolo impecável.
Descrição:
(Madeirense Editora Ldª), Funchal, 1927. In-8º de 139-(1) págs. Encadernação coeva inteira de sintético castanho com dizeres dourados na lombada. Impressão, embora cuidada, tem um ar primitivo, conferindo alguma beleza à mancha tipográfica quando utilização de diversos tipos e tamanhos no mesmo plano. Aparo marginal generalizado, duas rubricas de posse (uma no ante-rosto e outra no frontspício), papel ligeiramente amarelecido, próprio da sua inferior qualidade. Desprovido de capas de brochura.
Descrição:
Typographia de José Baptista Morando, Lisboa, 1848 (1849 e 1853 respectivamente). In-8º de 3 volumes com XVIII-(1)-462-(2), III-485-(3) e (6)-500-(1) respectivamente. Encadernação coeva, meia francesa em pele verde com etiquetas de número de ordem da biblioteca antiga. Aparo marginal e muito bom estado geral. Assinatura de posse antiga (Prof. Dr. Bernardo Albuquerque) no frontspício do primeiro volume. Ilustrado com litografia original representando o retrato do autor segurando pena de escrita e livros, assim como reprodução facsimilada da sua assinatura, realizado nas oficinas calcográficas dos Mártyres em Lisboa, por António Joaquim de Santa Bárbara.
PRIMEIRA EDIÇÃO, póstuma de toda a sua grandiosa obra (o autor tinha falecido 4 anos antes). Foram publicados três volumes das Obras Completas deste historiador, embora o plano de edição constasse de dez volumes, permanecendo inédita até hoje a restante parte da sua obra.
Descrição:
Typ. Imp. e Const. de J. Villeneuve e Comp., Rio de Janeiro, 1841. In-8º de 404 pags. Encadernação meia inglesa em pele com dizeres a ouro na lombada. miolo com algumas manchas de humidade. A página 33 e verso é dactiloscrita. Rúbrica de posse de antigo professor da Universidade de Coimbra.
MUITO INVULGAR.
Descrição:
Livraria Figueirinhas, Porto, 1945. In-8º de 284-(3) págs. Brochado.
Descrição:
Imprensa Nacional, Lisboa, 1892. In-4º de 147 págs. Brochado. Cadernos por abrir, dedicatória autógrafa na capa de brochura. Papel acidificado e capas empoeiradas. Exemplar em bom estado.
Descrição:
Livraria Depositária de J. Figueirinhas Junior, Porto, 1904. In-8º de 519-(4) págs. Encadernação inteira em pele com dizeres a ouro na lombada. Ilustrado com o retrato do autor. Volume único, o segundo volume não foi publicado. Conserva capa de brochura.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
INVULGAR.
Descrição:
Typographia e Papelaria Costa Braga & C.a,Braga, 1898. In-8º de 45 págs.Br. Capas de brochura empoeiradas e miolo com picos de acidez. Valorizado pela dedicatória e carimbo pessoal do autor. Marcas de carimbo a óleo. "Tiragem limitada em papel escolhido".
INVULGAR.
Descrição:
Edições Melhoramentos, São Paulo, 1953. In-8º de 272 págs. Encadernação editorial em tela com dizeres a ouro na pasta e na lombada. Profusamente ilustrado ao longo do texto.
Descrição:
Editorial Estampa, Lisboa, 1985. Dois volumes de in-8º de 459 e 330 págs. Br. Miolo com amarelecimento marginal próprio da qualidade do papel.
Descrição:
Imprensa da Universidade, Coimbra, 1921. In-8.º de 366 págs. Br. Cadernos por abrir. Exemplar com ocasionais picos de acidez no miolo.
Descrição:
França Amado - Editor, Coimbra, 1902. In-8.º de 153 págs. Br. Cadernos por abrir.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
INVULGAR.
Descrição:
Imprensa da Universidade, Coimbra, 1922. In-8º de xvii-251 pags. Br. Capas de brochura envelhecidas e com alguns picos de acidez. Exemplar a necessitar de encadernação.
INVULGAR.
Descrição:
Livraria Civilização, Porto, 1944. In-8º de 425 págs. Br. Ilustrado em extra-texto com retratos e uma grande "Árvore Genealógica" desdobrável de D. Maria Francisca. Inserido na colecção "Biblioteca Histórica - Série Régia". Miolo com alguns picos de acidez.
Descrição:
Contexto Editora Lda, Lisboa, 1996. In-8.º de quatro volumes com 103, 94, 79 e 99 páginas respectivamente. Br.
Profusamente ilustrados.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Livros Horizonte, Lisboa, 1972. In-8º 297 págs. Br. Integrado na colecção "Os Nossos Problemas Para a História de Portugal e Brasil" dirigida por Vitorino Magalhães Godinho. Alguns sublinhados a lápis.
Descrição:
Centro de Estudos Históricos Ultramarinos, Lisboa, 1960-1967. Cinco volumes de In-4º de 683, 586, 391, 625 e 580 pags. Br. Capas de brochura e miolo com alguns picos de acidez.
Descrição:
Typographia Nacional, Rio de Janeiro, 1873. In-4º de 383-(5) págs. Encadernação meia inglesa modesta em tela. Ilustrado em extra-texto com um mapa desdobrável.
INVULGAR.
Descrição:
Nova Livraria Internacional, Lisboa, 1885. In-4º de 411 págs. Encadernação meia inglesa em sintético com dizeres a ouro na lombada. Sem capas de brochura. Miolo com alguns picos de acidez.
Descrição:
Livraria Civilização, Porto, 1923. In-8º de 320 págs. Br. Profusamente ilustrado em extra-texto. Ostenta uma dedicatória não autógrafa. Capas e miolo com alguns picos de acidez.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Livraria Chardron, Porto, 1909. In-8º de 293.(1) págs. Encadernação editorial em percalina verde, com ferros dourados nas pastas.
Descrição:
J.Rodrigues & Cª,Lisboa, 1927. In-8.º de XVI-660 págs. Br. Ilustrado com um retrato do autor. Capas e brochura empoeiradas.
Segunda Edição.
INVULGAR.
Descrição:
Imprensa Nacional de Lisboa, Lisboa, 1912. In-4º com X-176-(1)págs. Encadernação meia francesa em chagrin com dizeres e florões na lombada. Livro impresso em papel de qualidade superior.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Invulgar.
Descrição:
Na Typografia da Academia R. das Sciencias, Lisboa, 1824. In-4º de V-124 págs. Encadernação coeva em carneira com dizeres e florões a ouro na lombada.
INVULGAR.
Descrição:
Livraria Editora Guimarães & C.ª, Lisboa, 1934. In-8.º de 240 págs. Br. Apresenta ocasionais sublinhados de leitura. Alguns picos de acidez.
Descrição:
Terramar, Lisboa, 1995. In-8º de 247 págs. Br. Ilustrado ao longo do texto.
Descrição:
Edição da Renascença Portuguesa, porto, 1923. In-8º de 173-(1) págs. Encadernação moderna inteira de sintético castanho, conservando as capas de brochura com ligeiro restauro. Amarelecimento geral do papel, dada a sua fraca qualidade.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Edição do Banco Pinto & Sotto Mayor, Lisboa, s/d. In-4.º de 28-87-(1) págs. Encadernação inteira em sintético vermelho, com dourados nas pastas e lombada. Exemplar como novo.
Edição fac-similada reproduzindo a cores o manuscrito, belamente iluminado, inédito da Casa do Cadaval.
Descrição:
Arcádia Editora, Lisboa, 1976. In-8.º de 248 págs. Br. Integrado na Colecção Curiosa.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
INVULGAR.
Descrição:
Imprensa Nacional/Casa da Moeda, Lisboa, 1982. In-8º de 154 págs. Br. Integrado na colecção "Biblioteca de Autores Portugueses". Capa com lgeiras manchas.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Edicão do autor, Lisboa. 1962.In-fólio com 218 pags. Brochado. Profusamente ilustrado com fac-similes, diagramas genealógicos e reproduções iconográficas. Exemplar nº 291 de uma tiragem de 450 exemplares numerados e assinados pelos autor.
PRIMEIRA EDIÇÃO. INVULGAR.
Descrição:
Biblioteca Municipal do Porto, Porto, 1967. In-8º de XX-207-CXCII-(3). Encadernação inteira de pele com decoração dourada em filete nas pastas e lombada com ferros corridos ao estilo gótico. Conserva capas de brochura. Nítida impressão sobre papel avergoado. Ostenta uma expressiva dedicatória autógrafa. BELO EXEMPLAR.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
INVULGAR.
Descrição:
Parceria António Maria Pereira, Lisboa, 1944. in-4º de 436 págs. Br. Ilustrado em extra-texto. Apresenta alguns picos de acidez. Cadernos por abrir.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
INVULGAR.
Descrição:
Edições Estudos, Coimbra, 1945. In-8.º de 167(4) págs. Encadernação meia inglesa com lombada em pele.
Conserva capas de brochura.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Imprimerie A. Kundig, Genève, 1917-1920.in-8º de 122-(13) págs. Br. Capas de brochura empoeiradas. apenas o primeiro volume. Obra em língua francesa.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
INVULGAR.
Descrição:
Livraria Portuense, Porto, 1897. In. 4º de XV-315-(4) págs. Encadernação inteira em sintético com dizeres a ouro na lombada. Com capas de brochura conservadas. Ligeiro aparo gerenralizado. Ilustrada ao longo do texto.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
INVULGAR.
Descrição:
Edição da Câmara Municipal do Seixal, Seixal, 1982. In-8.º de 143 págs. Br. Ilustrado ao longo do texto.
Descrição:
Direcção dos Serviços de Educação, Macau, 1992-1995. # volumes de 198, 216 e 467 págs. Br. Apenas os 3 primeiros volumes desta obra. Profusamente ilustrados ao longo do texto.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Lisboa, 1938. In-8º de dois volumes com 308 e 428-(2) páginas respectivamente. Br. Ambos os volumes revelam sinais de manuseamento e ocasionais picos de acidez.
Descrição:
Publicações D. Quixote, Lisboa, 1984. In-8º de 363 págs. Encadernação inteira em sintético com dizeres a ouro na lombada e capa. Integrado na colecção Biblioteca de Etnografia e Antropologia.- Portugal de Perto.