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JUNTO COM:
- ARISTOTLE’S COMPLEAT AND EXPERIENCED MIDWIFE. In two Parts. I. Guide for child-bearing Women, in the Time of their Conception, bearing and suckling their Children … II. Proper and safe Remedies or the curing all those Distempers that are incident to the female Sex; and more especially those that are any Obstruction to their bearing of Children … Made English by W–– S––, M.D. The twenty-eight Edition. London: Printed and sold by the Booksellers. [c. 1772]
- ARISTOTLE’S BOOK OF PROBLEMS, with other Astronomers, Astrologers, Physicians, and Philosophers. Wherein is contained divers Questions and Answers touching the State of Man’s Body together with the Reasons of divers Wonders in the Creation: the Generations of Birds, Beasts, Fishes, and Insects; and many othe Problems on the most weighty Matters, by Way of Question and Answer.… The twenty-eight Edition. London: Printed for J. W. J. K. D. M. A. B. E. R. M. R. T. L. B. M. and A. W. [c. 1771]
- ARISTOTLE’S LAST LEGACY. Unfolding the Mystery of Nature in the Generation of Man, treating I- of Virginity, its Signs and Tokens, and how a Man may know whether he married a Virgin or not. II- of the Organs of Generation in Women, with a Description of the Fabrick of the Womb III- of the Use and Action of Genitals in the Work of Generation IV- of Conception; and how to know wether a Woman has conceived, and wether of a Male or Female. V- of the pleasure and Advantage of Marriage; with the unhappy Consequences of unequal Matches, and Miseries of unlawful Love VI- of Barrenwess with Remedy against it; and the signs of Insufficiency, both in Men and Women. VII- Directions to both Sexers how to manage themselves in th Act of Coition, or their Venereal Embraces. VIII- A Vade Mecum for miodwifes and nurses containg particular Directions for the faithful Discharge of their several Emplyments. IX - Excellent Remedias against all Diseases incident to Virgins and Child-bearing Women: fitted for the Use of Midwives, Nurses, and all such Persons only as are concerned in these Matters.… London: Printed for L. Hawes and Co. and S. Crowder 1772.
L. Hawes and Co, Londres, 1772. In-8º de 3 tomos em 1 com VIII-144, (3)-IV-156-(4); 156 e 120 págs. respectivamente. Encadernação coeva com charneira cansada com pasta anterior quase solta, inteira de carneira mosqueada fina, lombada dividida em 5 casas, com vestígios dourados na lombada. Miolo bem preservado, em muito bom estado de conservação. Trabalho de traça ao longo de todo o volume, sem prejuizo maior de mancha tipográfica nem de leitura, no canto superior esquerdo da obra. Rúbrica de posse de Thomas Lane (1862) na folha de guarda.§§
Colecção completa de quatro manuais populares pseudo-Aristotélicos sobre procriação, gestação, nascimento e parto, banida da circulação até anos 60 do séc. XX, não havendo consenso a este respeito pelos autores da bibliofilia inglesa. Foi com certeza indiciada pela legislação britânica na 1857 Obscene Publications Act como sendo permitida circular apenas por alguns livreiros e editores.
Apresenta um anterosto impresso com os dizeres: THE WORKS OF ARISTOTLE complete in four parts que antecede por uma xilogravura popular com criança negra e mulher adulta nua, junto de uma secretária com médico (?) sentado a escrever num manual, com estante livreira em plano de fundo.
Uma folha impressa que antece o ante-rosto, depois da folha de guarda, apresenta pela frente uma simples xilgravura com criança negra e mulher nua, e no verso a xilogravura descrita atrás, distinta. A obra Masterpiece apresenta no final da segunda parte, no texto, quatro xilogravuras de feição popular apresentado figuras com deformações e mal-formações humanas denominadas "monstros nados". A obra Midwife apresenta uma grande xilogravura desdobrável represenado um feto num ventre desmembrado ao estilo renascentista com texto impresso.
Aristotle’s Compleat Masterpiece foi a PRIMEIRA OBRA e a de maior difusão deste tipo de textos de sabedoria populares, sobre Sexologia e Obstetrícia em Inglaterra. A primeira edição data de 1684 , sendo que Aristotle’s Last Legacy foi primeiramente impressa em 1720. Aristotle’s Compleat and experience’d Midwife, impresso pela primeira vez em 1700, foi aparentemente traduzido pelo autor popular autodidacta e empírico da obstetrícia William Salmon, autor prolífico de tratados médicos domésticos. A obra Book of Problems foi uma compilação medieval de questões e respsotas em História Natural, anexado com os de Marcantonio Zimara e Alexandre Aphrodisias. Esta obra conheceu diversas edições até meados séc. XIX , sendo todas elas hoje consideradas raras.
Descrição:
Na Typ. da Sociedade Propagadora dos Conhecimentos Uteis, Lisboa. In-8º de VI-516-(14) págs. Encadernação coeva, meia inglesa em pele, guardas em papel pintado em tina manual. Lombada decorada a ouro bem ao gosto vitoriano, com rótulo de pele cor de mel, também dourada com dizeres. Aparo marginal carminado com efeito de bolha. Preserva o retrato meio corpo litografado de Ferreira Borges , assinado Alves( Porto) e impressa na Oficina Lithográfica de Manuel Luíz, retrato este isento em alguns exemplares que invulgarmente vão aparecendo no mercado.
Apresenta uma longíssima lista de sobrescritores nas 14 páginas finais, figuras estas que permitiram a edição.
PRIMEIRA EDIÇÃO (omissa por Inocêncio IV, 332) da obra que constitui o nosso primeiro Código Comercial e o primeiro trabalho do género impresso em Portugal. Ainda Inocêncio nos diz serem " ... os diversos e numerosissimos artigos de que se compõe são escriptos cm a clareza e simplicidade que distinguem as producções litterarias do auctor, e que caracterisam o seu estylo; e ainda que didaticamente redigidos não encerram menos o preciso para darem ao leitor uma cabal idéa do assumpto, enriquecendo-o com a legislação respectiva ...".
O prefácio do autor está datado de 1833, data esta que se esperaria sido publicada conjuntamente com o seminal título do autor Direito Commercial Portuguez mas só postumamente é que viu a luz. Nele refere as fontes que usou, o método que seguiu e os objectivos a que se propôs. Adianta também, que " ... somos a única nação que não possui escritores de direito comercial ...". Escrito em Londres durante seu primeiro exílio, o projecto exigiu o estudo de direito e jurisprudência pois tratava-se do PRIMEIRO CÓDIGO PORTUGUÊS, não havendo sequer um Código Civil disponível. Este Dicionário vem na sequência deste estudo. À epoca, a lei portuguesa baseava-se nas Ordenações Filipinas e numa legislação dispersa que se propagou (modificada e revogada) ao longo de dois séculos conturbados. Consultando muitas das entradas do Dicionário, o autor resume a respectiva legislação aplicável, mencionado soluções dos poucos Códigos Comerciais em vigor pela Europa fora. Nas múltiplas entradas, é usada uma linguagem clara e limpa, reforçada pela ortografia da época, podendo dele se perceber a organização da economia, a hierarquia dos agentes económicos, a etimologia das palavras, a origem e uso dos costumes, etc ...
Descrição:
Imprensa da Rua dos Faqueiros, Lisboa, 1824. In-8º de 72 págs. Brochado com um capa de papel azul coeva. Por aparar e algum empoeiramento marginal. Exemplar bonito, bem preservado, com as margens largas desencontradas.
Simplicio Simpliciter Simplex é o pseudónimo Manuel de Pinha da Cunha.
Inocencio, XVI - 287.
Descrição:
Portucalense Editora, Barcelos, 1937. In-8º de XVI-177 págs. Brochado. Exemplar imaculado, por abrir, com o papel apresentando-se estruturalmente forte, de tão bem conservado.
Trata-se da terceira edição da obra, sendo a primeira raríssima, de 1570, conhecendo-se unicamente 6 exemplares em bibliotecas públicas, 4 em Portugal. Conheceu uma segunda edição em 1829 pela Tipografia Rolandiana.
Descrição:
Na officina de Domingos Gonsalves, Lisboa, 1718 (e 1720). In-8º de (14)-539 e (24)-528 págs. ilustrada com uma bonita xilogravura de Cristo na cruz, no primeiro volume. Encadernação coeva, inteira de carneira finamente mosqueada (com defeitos de manuseamento), rótulos de número de ordem de biblioteca no pé da lombada. Lombada com 5 casas abertas, decorada a ouro com florões centrais e filetes duplos, além de rótulo de pele castanha cor de mel com dizeres igualmente dourados. Papel mantendo a sonoridade original. Apresenta carimbos antigos a óleo de instituição extinta, no frontspício. Corte das folhas salpicado a carmim. Raro furinho marginal de xilófado, sem nunca afectar a mancha tipográfica, no segundo volume.
Primeira edição que se distingue da segunda, impressas no mesmo ano, pela numeração das páginas.
Trata-se de um importante título de discursos religiosos sobre vida, envelhecimento e morte, considerado por estudiodos como a mais importante, no género, publicada em Portugal na primeira metade do século XVIII. A obra permite fazer uma historiografia sobre a espiritualidade católica em torno da morte e sua relação com saberes médicos a respeito do corpo e sua idade. Trata-se também de uma obra plena de significados simbólicos e culturais que permitem determinadas concepções religiosas e morais a respeito da vida – do efeito da passagem do tempo no corpo e nas condutas de homens e mulheres – e suas perspectivas de futuro temporal e espiritual, com especial relevo na, e a partir da velhice.
Inocêncio VI,273 e XVII, 87
Samodães, 1183.
Descrição:
Na Regia Officina Typografica, Lisboa. Anno M. DCC. LXXXVI. [1786]. In 8º (36)-316-(1) págs. Brochado, protegido por uma folha de papel antiga (coeva?). Apresenta-se tal como foi publicado, por abrir e com todas as largas margens intactas e desencontradas. Ligeiro foxing na página de ante-rosto e rosto, passando a ser exclusivamente marginal.
Único tomo publicado, em que se conhece o manuscrito da segunda parte, mas nunca foi publicado. RARO e PEÇA DE COLECÇÃO.
Apresenta no texto várias transcrições da epigrafia dos monumentos fúnebres romanos no Algarve.
A narrativa histórica baseia-se em documentos históricos coevos e antigos, principalmente textos latinos, baseados ou transcritos de fontes árabes, gregas e hebraicas.
A obra descreve uma origem dos povos fenícios, romanso e cartagineses que habitaram o Algarve, e toda uma evolução descritiva com base em documentos antigos latinos até o século XIII coincidindo com a conquista territorial aos Mouros pelo rei D. Afonso III.
Inocêncio VII, 441.
Exemplares na BNP e na Academia das Ciências.
Não referido nas principais bibliografias consultadas.
Descrição:
Imprimerie Royale, Lisboa, 1832. In-8º de 142 páginas. Encadernação tardi séc. XIX, meia inglesa com cantos em pele mosqueada, dizeres dourados na lombada, e filetes floreados entre casas abertas. Guardas em papel pintado manualmente. Aparo marginal, carimbos de posse, ao longo do exemplar, da biblioteca do eminente bibliófilo e pensador Joaquim de Carvalho, cujo ex-libris está também colado no verso da pasta anterior.
Publicado anonimanente, o livro muito curioso relata com pormenor os eventos decorridos entre 1823 e a data da publicação do livro, eventos estes que antecederam a Guerra Civil Portuguesa. Escrito sobre a forma de memória nas primeiras 44 páginas, sucedem-se as Notas e Peças justificativas com transcrição de documentos, decretos e cartas de D. Pedro, cartas e alvarás da restauração, inúmeras passagens referentes ao Brasil e a sua Carta Constitucional, etc ...
O historial do presente livro é bastante curioso. O exemplar apresenta no final da obra um registo de entrada do Leilão da biblioteca do Ex-Primeiro Presidente do Ministério de Portugal, João Chagas, cujo catálogo o descreve sob número 1098. Posteriormente fez parte do importante e imponente acervo bibliográfico de Joaquim de Carvalho, hoje parte depositado na Universidade de Coimbra.
João Chagas (1927), nº1098.
DUARTE DE SOUSA, vol. II, p. 121, nº 491.
Não referido nas restantes bibliografias consultadas.
Descrição:
continuação do título:
SUCESSO VERDADEIRO que se alcançou de varias noticias, que vieraõ a esta Corte, especialmente de huma carta, que da Villa de Lagares escreveo a Manoel Marques da Costa, seu sobrinho Manoel Marquies cardoso, em que se declara o que nesta se expõem.
Na oficina de Domingos Gonsalves, Lisboa, 1754. In-8º de 7-(1) págs. Folheto tal como saiu, com um cordel. Carimbo de posse da biblioteca do eminente bibliófilo e pensador JOAQUIM DE CARVALHO. Papel com ligeira acidez. Apresenta uma bonita xilogravura no verso.
Relato de um "milagre" que sucedeu na vila de Lonrosa (isto é, Lourosa, Oliveira do Hospital) a propósito do Padre Manuel Abrantes que " ... chegando a casa de hum Lavrador, lhe rogou o acompanhasse para lhe servir de Acolyto, ao que o Lavrador se negou com o pretexto de que tinha huma besta doente, e a nam podia deixar pela estar curando naquella hora, o bota do Padre lhe instou que viesse, e o Lavrador houve de ceder o rogo, mas tornando a casa com o mesmo Padre, achou a besta morta; queixou-se sentindo a falta que lhe fazia, mas o servo de Deos lhe disse que aquelle mal ainda tinha remedio, e lançando a bençam, se levantou a besta sã ...".
Este tipo de impressos eram comuns no século XVIII, descrevendo quase sempre um evento extraordinário que teria ocorrido nessa localidade, num contexto em que a religiosidade popular e a crença em intervenções divinas eram muito fortes.
Descrição:
Na Impressão Régia, Lisboa, 1812 (e 1817). In-8º de 3 vols com 285-(1) , 345-(1) e 264 págs. respectivamente. Brochados e por aparar, perservados numa folha de papel fino da época. Frontispício do 3º volume com picos de humidade.
Páginas de rosto são gravadas a buril sobre chapas de metal e têm ao centro uma linda gravura assinada D.J. Silva com as armas de Portugal ladeados por dois anjos e a divisa. COM TODOS OS CADERNOS POR ABRIR e com as margens largas por aparar, mantendo as rebarbas e as margens desencontradas. Exemplar de colecção e bibliófilo, recomendando apenas serem albergados em caixas próprias do tipo slipcase.
PRIMEIRA, RARA e única edição.
Sobre esta obra, debruçou-se Almeida Garrett no seu Bosquejo da História da Poesia e Lingua Portugueza, dizendo que " ... António Ribeiro dos Santos foi imitador e emulo de Ferreira; poucos ingenhos, poucos caracteres, poucos estylo ha tão parecidos; senão que o auctor dos coros de Castro era muito maior poeta, e o cantor do Infante D. Henrique muito melhor metrificador. Esta ode ao infante sabio, algumas outras a varios heroes portuguezes, algumas das epistolas, e especialmente os versos que lhe dictava a amisade para o seu Almeno, são de uma elegancia e pureza de linguagem rarissima em os nossos dias ...".
António Ribeiro dos Santos (1745-1818) foi um cronista português, e censor régio. Ficou ainda ligado à criação da instituição que antecedeu a Biblioteca Nacional de Portugal em 1796, pelo decreto de D. Maria I que extinguiu a Real Mesa Censória. Estudou humanidades no Brasil e direito na Universidade de Coimbra, onde se doutorou, tendo exercido o magistério entre 1779 e 1795. Membro efectivo da Academia das Ciências de Lisboa, foi também cronista da Casa de Bragança e censor régio. Homem de vasta cultura, aberto à modernidade no contexto de enciclopedismo que caracterizou a Europa das Luzes, dedicou-se aos estudos linguísticos, mas foi na historiografia que mais se salientou deixando, entre outros, inúmeros estudos sobre o povo e a literatura sacra hebraica, as origens e progressos da poesia portuguesa, a história das matemáticas, as origens e a evolução da tipografia em Portugal. (Wikipédia)
Ávila Perez, 6540 (rara).
Cândido Nazareth, 5887 (rara).
Inocêncio I, 253
Pinto de Matos, 491.
Descrição:
Na Typographia de J. F. Sampaio, Lisboa, 1839. In-8º de VI-162-(8) págs. Encadernação moderna, meia francesa em pele mosqueada com cantos, lombada em 5 casas abertas com florões dourados e rótulo de pele vermelha com dizeres, também dourados. Nítida impressão, de bonito efeito gráfico ao gosto romântico, sobre papel sonoro, de boa qualidade e gramagem. Rúbrica de posse no frontispício.
Obra publicada anónimanente e atribuida a António Augusto Correa de Lacerda (?-1868). Publicou duas obras, incluindo a que ora se apresenta, dividida em 5 cantos. Dom Sebastião é uma fantasia histórica sobre a morte do rei em que o autor narra como o Rei D. Sebastião, após sua derrota em África, é acolhido como guerreiro desconhecido pela família de um jovem árabe que fora salvo por ele em combate. Um amigo da família, filho de um português feiticeiro exilado, é pretendente da irmã do jovem salvo pelo rei, uma cantora que se apaixona por Sebastião. O pretendente, que quer usar o poderoso prisioneiro para ascensão política, força a família a entregá-lo, mas essa resiste e pega em armas para defender o hóspede, que acaba por morrer em combate ao final do poema. A narrativa encerra com o discurso arrependido do espectro do rei e a criação da sua volta no imaginário popular.
Obra com interesse para a história do Romantismo, dado o género romance, no sentido de poema narrativo longo de matriz medieval, foi tomado como modelo para a renovação literária, e no qual se encaixa o título que ora se apresenta.
NÃO REFERIDO NAS PRINCIPAIS BIBLIOGRAFIAS CONSULTADAS
Descrição:
Na Officina de João Evangelista Garcez, Lisboa, 1808. In-8º de 83-(2) págs. Encaderrnação moderna, meia inglesa com cantos em pele, dizeres dourados na lombada. restauros no canto superior direito da obra.
Invulgar obra e de elevado interesse.
Obra publicada numa altura em que a questão do Sebastianismo veio a lume com as Invasões Francesas. O autor desta publicação anónima é Pedro José de Figueiredo (1762-1826) filho de Caetano José de Figueiredo, cirurgião da câmara da rainha D. Maria. Estudou, e depois ensinou, latim, grego, filosofia e retórica, especializando-se em filologia. Foi correspondente e corretor tipográfico na Academia das Ciências de Lisboa, da qual também fez parte como sócio efetivo. Integrou comissões literárias destinadas à revisão de livros e outros documentos para impressão. Autor da célebre «Arte da grammatica portugueza…», publicada pela Impressão Régia em 1799 produziu obra consideraável ao longo de uma dezena de títulos.
Inocêncio VI, 415 afirma ter observado apenas um exemplar que estava nas mãos do seu colega José Pedro Nunes.
Descrição:
continuação do título:
... em a qual se responde a Hieronymo Franqui, e a outros, e se trata do successo da batalha, catiueiro, e dos que nelle padeceraõ por não serem mouros, com outras cousas dignas de notar. Copiado fielmente da ediçaõ de Lisboa de 1607. Por Bento Joze de Souza Farinha.
Na offic. de Joze da Silva Nazareth, Lisboa, 1785. In-8º de (20)-275 págs. Cartonagem coeva com papel marmoreado, com rótulo de papel manuscrito na lombada. Este exemplar foi do eminente bibliófilo, intelectual e pensador português Joaquim de Carvalho (carimbos de posse. Mancha de humidade ao longo de metade superior do terço final da obra. Restauros antigos nas duas primeiras folhas. SEGUNDA EDIÇÃO.
Ávila Perez, 4917.
Azevedo Samodões, 2077.
Conde de Ameal, 1520. ( "...é sem dúvida, uma das obras mais interessantes e que mais luz jorram sobre a infeliz e trágica jornada de Alcacer-Kibir e sobre as causas que lhe deram origem ..." ).
Conde da Folgosa, 2801 (obra rara)
Inocêncio III, 270 diz-nos: "... Jernonymo de Mendonça, natural do Porto, e um dos que acompanharam a Africa elrei D. Sebastião, ficando captivo na batalha de Alcacerquibir. Depois de resgatado voltou para Portugal, onde escreveu como testemunha ocular d'aquelles sucessos a obra seguinte, que dedicou a D. Francisco de Sá e Menezes, senhor de Penaguião, em 20 de Janeiro de 1607. (D'aqui se tira a pouca verdade e fundamento com que Agostinho Rebello da Costa na sua Descripção da cidade do Porto o dá falecido em 1590). (...) A obra gosa de estimação pela sua linguagem e estylo, e parece escripta em geral com sinceridade e bom conhecimento da materia. ...".
Monteverde, 3519.
Pinto de Matos, 397.
A obra relata a jornada do autor por África, onde ele descreve suas experiências e observações sobre a fauna, a flora e a cultura dos povos africanos. O livro está dividido em três partes, com a seguinte estrutura: o Livro Primeiro, dividido em 7 capítulos, narra as "rezões que teve el Rey dom Sebastião pera passar a Berberia", a partida da armada, a batalha, e seu fim. O livro Segundo, dividido em 18 capítulos, conta o que resultou desta batalha, da repartição dos cativos, da vida destes em Marrocos, entre árabes, Judeus e "Elches". Das fugidas e dos resgates. O livro Terceiro, dividido em 15 capítulos, evoca a "Vida & morte" dos "sete moços" martirios, Francisco da Esperança, Simão de Freitas, Fernão Gines, João Frances, Domingos, Amaro, e Antonio da Silva
A Jornada D'Africa é uma obra de interesse ao entendimento da visão europeia sobre a África no século XVI em que Jerónimo de Mendonça procurou aqui contestar as afirmações de Connestagio no seu livro «Dell’Unione del regno di Portugallo alla corona de Castiglia…»
Descrição:
Na Officina Antonio Rodrigues Galhardo, 1810. In-8º de (5)-114 págs. Encadernação antiga, finais séc. XIX, inteira em skivertex violeta. Alguma acidez própria da qualidade do papel.
Bom exemplar, mesmo com duas folhas facsimiladas (p. 65 a 68). Trata-se apenas da primeira parte, tendo saido em volume autónomo, a parte segunda no mesmo ano.
EDIÇÃO ORIGINAL deste polémico escrito do igual polémico autor, em que capítulo inaugural abre com "OS SEBASTIANISTAS - reflexões críticas sobre esta ridicula seita" manisfestando o seu repúdio ao mito sebastianista, de novo extremamente activo nesta época das Invasões Francesas, e que segundo o autor no seu prefácio: 'Na História Universal da Demência Humana, ainda não apareceu, nem aparecerá um delírio semelhante'.
Inocêncio IV, 183 e 199 diz-nos “Grande e acirrada polémica provocou a aparição desta obra, publicando-se contra ella e contra o seu autor um grande número de opúsculos impugnatórios, cujos títulos poderão ver-se nos artigos João Bernardo da Rocha, Fr. José Maria de Sá, Carlos Vieira da Silva, Fr. José Leonardo da Silva, D. Francisco da Soledade, Joaquim Agostinho de Freitas, Manuel José Maria da Costa e Sá, etc. – A todas estas impugnações respondeu José Agostinho. ...".
Descrição:
Na Officina de Joaquim Thomaz de Aquino Bulhões, (Porto), 1815. In-8º de 78 págs. Brochado com papel estampado da época, de bonito efeito estético.
Os exemplares que têm aparecido à venda nos últimos anos, nenhum apresenta o nome do autor impresso (António Joaquim Mesquita e Mello), ao contrário do que apresenta o nosso exemplar aqui exposto. Alguns livreiros descrevem existirem duas edições deste poema publicado anonimamente, no mesmo ano de 1815. Em nosso entendimento, através do exemplar que ora se apresenta, sendo um dos que está identificada autoria por impressão do nome autor, concluimos que é a mesma edição, não havendo portanto lugar a duas edições distintas. O nosso argumento, é baseado na análise atenta aos tipos empregues na impressão do nome do autor "Por A.J.Mesquita e Mello" que se apresenta tão diferente em tipografia assim como a própria tinta utilizada, do resto dos tipos utilizados na totalidade da obra impressa. Isto sugere que alguns exemplares impressos com nome do autor, entraram com no plano de impressão da máquina tipográfica pela segunda vez, unicamente para impressão da autoria, o que pode justificar a escassez desta variante.
O livro descreve os acontecimentos da cidade entre 1807 e 1809 (momento chave da Guerra Peninsular onde os franceses ocuparam a cidade antes de serem expulsos), incluindo a invasão pelas tropas francesas do marechal Soult e a subsequente libertação. Apresenta na abertura da obra um longo Soneto de 62 páginas, dividido em dois cantos pela metade de número de páginas, seguindo-se Ode Saphica ao Grande Alexandre Imperador de todas as Russias para 3 folhas depois rematar com a Ode Pyndarica ao sempre invencivel Duque da Vitoria (por outras 5 páginas).
Inocêncio I, 162: " ... nascido segundo creio pelos annos de 1793 a 1796, por effeitos de uma febre maligna cegou totalmente aos dous annos de edade; o que não o impediu contudo de cultivar as letras ... compõe-se de quatro cantos em oitava rima, e sahiu sem o seu nome ..." e VIII, 186.
Monteverde, 394 omite este título.
Nestas condições, VARIANTE RARA e PEÇA DE COLECÇÃO
Descrição:
Na Offic. Patriarcal de João Procopio Correa da Silva. Lisboa, 1802. In-8º de 222 págs. Encadernação coeva, inteira de carneira com dizeres simples dourados na lombada. Rúbrica de posse antiga no frontispício, algumas folhas com ligeiro foxing. Papel de boa qualidade, gramagem superior, conferindo um a sonoridade saudável quando manuseado.
Bonito exemplar, bastante raro com 6 canções, 14 epístolas, 4 odes anacreonticas, e outras pequenas peças.
Exemplares na BNP e Biblioteca Municipal de Elvas.
Inocêncio II, 437.
Francisco Manuel Gomes da Silveira Malhão (1757-1816) Advogado, poeta arcádico e fabulista. Fez estudos particulares de Latim e Música entre as vilas de Obidos, Pombal e Torres Vedras e de Retórica e Filosofia num colégio de Mafra. Em 1782 ingressou na Universidade de Coimbra, concluindo o curso de Jurisprudência em 1789, após o que começou a exercer a advocacia. Seria, porém, menos como estudante do que como compositor, cantor e tocador de modinhas e cançonetas, muitas vezes improvisadas, que desde a juventude se revelaria. Trata-se de uma poesia entre o sentimental e o satírico, com referências ora à vida escolar, ora à vida amorosa. E ainda autor de diálogos críticos e traduções, nomeadamente das Odes de Anacreonte. Era irmão de António Gomes da Silveira Malhão, cujos poemas publicou juntamente com a edição da sua própria Vida e Feitos — obra autobiográfica e antologia de seus textos em prosa e em verso, que, por outro lado, dá a conhecer uma visão quixotesca do amor. Usou por vezes o pseudónimo de António Castanha Neto Rua, ao passo que o poema A Vaidade Ridícula é subscrito por José Rafael da Silveira Pequenito. (in Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, Vol. I, p. 571, Lisboa 1991
Descrição:
Na officina de Miguel Manescal da Costa, Lisboa, 1761. In-8º de 2 vols. com XVI-169-III e IV-184-XIV respectivamente. Encadernação coeva inteira de carneira, um pouco coçada nos cantos e charneira, lombada com 4 nervos, decoração vegetalista bem ao gosto da época, dourada em casas fechafas e rótulo de pele vermelha, também com dizeres dourados. Guardas coevas em papel pintado em tina manual. Papel saudável mantendo a sonoridade original. Pequena falta de pele no pé da lombada. Mancha de humidade no canto inferior direito das páginas preliminares. Duas rúbricas de posse, uma coeva no verso da folha de guarda, outra moderna, no frontispício.
PRIMEIRA EDIÇÃO, MUITO RARA, não referida nas principais bibliografias consultadas de imponentes colecções de livros antigos.
Aulo-Gélio, 3070: "primeira e bastante rara"
Esta primeira edição não vem referida em Ávila Perez (p. 689)
Inocêncio II, 196. Este bibliógrafo refere-se a esta edição da seguinte forma: " ... a primeira também em 2 volumes feita, me parece, em 1766 ..." subentende-se pela sua incerteza que não conheça esta edição ou não tenha tido acesso a um exemplar.
Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. I, p. 537.
Parnaso Lusitano (1826) t.I, xlij
Pinto de Matos (Manual Bibliographico Portuguez, 1878) p. 483: a primeira edição é rara embora menos estimada que a 2ª, por ser mais completa.
Descrição:
Typographia da Sociedade Propagadora dos Conhecimentos Uteis, Lisboa, 1844. In-8º de XXIII-469-(8) págs. Encadernação meia francesa em pele cor-de-mel, com guardas em papel marmoreado em tina manual, decoarad na lombada com florões e dizeres a ouro em casas fechadas (encadernação assinada por Silvestre Pinto - Porto). Conserva o fac-simile impresso em grande folha desdobrável do manuscrito autógrafo de Frei Luís de Sousa. Inteiramente por aparar. Mancha tipográfica com alguma acidez, em algumas folhas.
Muito rara PRIMEIRA EDIÇÃO quando completo com o facsimile, como o que se apresenta.
Descrição:
Na officina de Antonio Balle, Valensa, 1746. In-8º de dois tomos com (12)-322-(5) e (4)-300-(2) págs. respectivamente. Encadernação séc. XX inteira de carneira cor de mel, com dourados dispostos em casas abertas na lombada com 5 nervos, e rótulo de pele preta com dizeres também gravados a ouro. Aparo e rúbrica de posse coeva no frontispício, este com canto superior direito restaurado. Miolo em excelente estado de conservação, mantendo a sonoridade original do papel. BELÍSSIMO EXEMPLAR
junto com:
- PIEDADE, P. Fr. Arsenio da - REFLEXOENS APOLOGETICAS A OBRA INTITULADA VERDADEIRO METHODO DE ESTUDAR, DIRIGIDA A PERSUADIR HUM NOVO methodo em Portugal se ensinarem, e aprenderem as sciencias, e refutar o que neste Reino se pratica, expendidas para desaggravo dos Portugueses em huma Carta, quem em respsota de outra se escreveo da Cidade de Lisboa para a de Coimbra ... Na Officina de Francisco Luiz Ameno, Lisboa, 1748. In-8º de 66 págs.
junto com:
- RESPOSTA AS REFLEXOENS que o R. P. M. Fr. Arsenio da Piedade Capucho fez as Livro intitulado: VERDADEIRO METODO DE ESTUDAR. Escrita por outro Religioso da dita Provincia para dezagravo da mesma Religiam, e da Nasam. Na Officina de Antonio Balle, Valensa, 1748. In-8º de 146 págs.
Última folha erradamente encadernada no final, constituindo Advertencia do Impressor a quem ler, isto é, o fólio A1* do presente título.
PRIMEIRA EDIÇÃO (variante B, segundo Maria Teresa Payan Martins, em LIVROS CLANDESTINOS E CONTRAFACÇÕES EM PORTUGAL NO SÈCULO XVIII, 2012, p. 356 - só se conhecem dois exemplares da variante A, depositadas em bibliotecas públicas estrangeiras) APREENDIDA PELA INQUISIÇÃO em 1746, do famoso e violento tratado contra a pedagogia dos Jesuitas. RARÍSSIMA, justamente apreciada e bastante valiosa obra para a Cultura Portuguesa de que é autor LUIS ANTÓNIO VERNEY , o maior da cultura portuguesa do séc. XVIII e quem trouxe, ao marasmo então instalado, o nível da civilização europeia, numa situação social em que a sociedade vivia apoiada nos fanáticos do puro despotismo, com vista isolar o infeliz Portugal da Europa culta, para que não se contaminasse com pensamento moderno.
O VERDADEIRO MÉTODO DE ESTUDAR foi publicada anónima (sob o pseudónimo de um “Barbadinho da Congregação de Itália”) e o seu aparecimento no mundo das letras deu origem a uma violenta e prolongada polémica literária em que esgrimiram, pró e contra a reforma dos estudps, algumas das penas mais consagradas da época. A obra propõe uma profunda reforma do sistema educativo, defendendo a substituição da lógica aristotélica e do formalismo retórico por métodos fundados na razão, na observação, na experiência e no estudo directo das ciências naturais e das línguas modernas. Verney reclama um ensino útil, prático e moderno, alinhado com os modelos europeus mais avançados, criticando a estagnação intelectual portuguesa e apelando a uma renovação que abrangesse não apenas a pedagogia, mas toda a cultura nacional. Pela clareza argumentativa, pela audácia das suas propostas e pelo impacto que exerceu no debate público, “O Verdadeiro Metodo de Estudar” é hoje considerado um dos textos fundadores do pensamento reformista em Portugal e um marco fundamental na preparação da grande Reforma Pombalina da Universidade.
Ávila Perez, 7944 (refere apenas a edição de 1747)
BNP, 869.0-6
Conde de Ameal, 2474
Inocêncio V, 222 e seguintes
Martins (2012), 356 e seguintes
Monteverde 5527 (refere unicamente a edição seguinte de 1747)
Descrição:
Na Regia Officina Typographica, Lisboa, 1801 (e Typ. de Antonio José da Rocha, Lisboa, 1836). In 8º de 3 vols com 231-(1), 222-(1) e 126 págs. respectivamente. Encadernação coeva inteira de carneira com rórulos de pele vermelha dourados com dizeres. O 3º volume publicado 35 anos depois, tem formato e encadernação distinta, inteira de pele mosqueada, e rótulo pele vermelha na lombada. Ex-libris de Gerrit Komrij. Rótulos de ordem de biblioteca no pé dos dois primeiros volumes.
Obras bem impressas em bom papel incorpado e muito bem conservados. Ligeiro aparo marginal, estando o 3º volume por aparar, com as grandes margens desencontradas. Primeiro volume com finíssimo furo provocado por xilófago exclusivo das cinco primeiras folhas.
Sobre Nicolau Tolentino de Almeida, diz-nos Almeida Garrett no Parnaso Lusitano, tomo I, p. lxiij " ... Nicolau Tolentino é o poeta eminentemente nacional no seu género: Boileau teve mais força, mas não tanta graça como o nosso bom mestre de rhetorica. E de suas satyras ninguem se póde escandalizar; começa por casa, e primeiro se ri de si antes que zombeteie com os outros. As pinturas dos costumes, da sociedade, tudo é tam natural, tam verdadeiro. Confesso que de todos os poetas que meu triste mister de critico me tem obrigado a analysar, unico é este em cuja causa me dou por suspeito: tanta é a paixão, a cegueira que tenho polo mais verdadeira , mais engraçado, mais bom homem de todos os nossos escriptores ...".
É particularmente RARO a colecção fazer-se acompanhar do terceiro volume (a BNP não tem um exemplar deste terceiro volume) que saiu póstumo, 35 anos depois dos restantes volumes iniciais. Apenas Inocêncio (VI, 291 que dedica várias páginas ao autor) e Pinto de Matos (p. 548) refere este 3º volume. Todos os outros bibliógrafos consultados, como Ávila Perez (nº121), Aulo-Gélio (nº3548), Monteverde (nº 5385), Sousa da Câmara (nº42) omitem a sua existência.
Descrição:
(Imprensa Régia, Lisboa, 1825). In-4º de [87-264]-(1) págs. colação: [L4] M-2K 2L² (-2L2) (2L1 verso em branco). Encadernação moderna, cartonada, com belíssimo papel tintado em tina manual. Rótulo de pele preta com dizeres dourados na lombada. Margens intactas, com grandes rebarbas. Leve mancha de humidade, sem afectar a macnha tipográfica, no canto inferior esquerdo das últimas páginas. Nítida impressão sobre papel de boa qualidade, apresentando-se a mancha tipográfica com margens jumbo.
Separata factícia do tomo IX, parte 1 da Historia e Memorias da Academia das Sciências de Lisboa, de 1825.
Este texto é o único que Baltazar Silva Lopes apresentou na Academia das Sciencias, e a sua importância reside nas descrições de geografia física e humana da região da Bahia e na importante divulgação das práticas de florestação, com base na realidade local, aliando prática agrícola brasileira e teoria europeia, à custa dos estudos que o autor desenvolveu na Universidade de Coimbra, nos finais do séc. XVIII
Descrição:
Na Typografia Rollandiana, Lisboa, 1788. In-8º de (8)-362-(6) págs. Encadernação coeva, inteira de carneira, lombada com 5 nervos, casas abertas, falho de rótulo (preserva ainda em relevo, o molde da gravação dos dizeres de título). Corte das folhas carminado. Nítida impressão em papel de boa qualidade, preservando ainda alguma frescura original. Encadernação semi-solta pela pasta anterior. Mesmo assim, muito bom exemplar.
As primeiras 8 páginas são da responsabilidade do tradutor-editor, onde declara dedicar a obra às Senhoras, nos diz ainda que no livro " ... encontrareis o caracter de huma familia sisuda, de huma familia toda ambiciosa no bem, no util da sua casa; vereis mofadas com muita arte as vaidades do Seculo, as loucuras com que muitos correm affadigadamente, peor que os brutos a quem destro Cavalleiro não pode domar, para o precipicio ou deste, ou do outro mundo; vereis a Moral pullar por todas as paginas; vereis finalmente o modelo da vossa gravidade, da vossa decencia, e sabedoria ...".
A edição original é francesa, com título Histoire de la vertueuse portugaise, ou Le modele des femmes chrétiennes, da autoria de Jean Maydieu, publicada em 1779, foi traduzida por Francisco Rolland, como declarado no texto de introdução. As últimas 6 páginas do livro compõem o catálogo das obras impressas na tipografia Rollandiana.
Francisco Rolland foi o fundador da célebre casa Tipografia Rollandiana, que em 1770 veio de França para se estabelecer em Lisboa (Inocêncio, III-50), tendo sido também, além de mediador cultural, responsável pela introdução de modelos editoriais franceses em Portugal.
A BNP não possui um exemplar.
Descrição:
Na Typographia das mesma Academia, Lisboa, 1837. In-8º de VII-116-(6) págs. Encadernação coeva meia inglesa em pele, com dizeres dourados na lombada com casas abertas. Bom estado geral, com o papel a manter a sonoridade original. Ligeira falha de pele à cabeça da lombada.
Este pioneiro e muito interessante estudo linguístico de Cardeal Saraiva, sobre o conjunto de palavras de origem etimológica oriental, corresponde a uma publicação realizada e extraída das actas de sessão de 15 de setembro de 1835 da Academia Real das Ciências. Nele são referidos muitos termos da língua portuguesa cuja origem se pode encontrar na "língua hebraica e na língua caldaica", esforço este de encontrar uma origem oriental do português, interrompido por mais de um século e meio, quando Moisés Espírito Santo retoma o tema e alarga o estudo numa relação com o Médio Oriente à cultura, religião popular, toponímia, expressões idomáticas, etc...
Ávila Perez, 7061
Inocêncio II, 423.
Descrição:
Na Officina Patriarcal de Francisco Luiz Ameno, Lisboa, 1762 (a 1763). In-8º de (16)-466-(1), (12)-480 e (4)-503-100 págs. Encadernação coeva e corrida em carneira flamejada, lombada a 5 nervos dourados com florões vegetalistas em casas fechadas, rótulos de pele vermelha (patinada) com dizeres também dourados. Falho de rótulo no primeiro volume e parcialmente preservado o do volume terceiro. Nítida impressão sobre papel de boa qualidade mantendo a sua sonoridade original de frescura. Trabalho de traça no volume 1 e 2, prejudicando por vezes a leitura (em especial no volume 2). Aparo marginal generalizado e carminado.
Apresenta uma marca de posse manuscrita de antigo Collº de S. João Evangª de Coimbra.
O 3º volume apresenta com numeração própria um Roteiro Terrestre de Portugal em que se ensinaõ por jornadas e summarios naõ só os caminhos, e as distancias, que ha de Lisboa para as principaes terras das Provincias deste Reino, mas as derrotas por travessia de humas a outras povoações delle.
2ª edição revista e aumentada. Preserva o mapa desdobrável que na época foi vendido à parte, razão pela qual muitos bibliógrafos não registam a sua existência.
Ávila Perez, 1567 (muito rara)
BNP (HG-4124-V_3)
Inocêncio III, 300 (é a edição preferida por mais correcta e augmentada)
Descrição:
Na Officina de Antonio Pedrozo Galram, Lisboa, 1706. In-8º de (16)-555 págs. [*1-*8, A1-Z8, Aa1-Mm8]. Encadernação séc. XIX inteira de pele marmoreada, lombada lisa dividia em 5 casas abertas, com filetes triplos e florões decorativos ao gosto romântico, dizeres dourados sobre rótulo de pele castanha. Corte das folhas salpicado a carmim. Frontspício ligeiramente manchado. Assinatura de posse coeva no frontspício e rubrica de posse mais moderna na folha de guarda. Três ex-libris distintos, de épocas igualmente distintas. BOM EXEMPLAR.
TRATA-SE DO PRIMEIRO COMPÊNDIO ESCOLAR DE HISTÓRIA utilizado no Brasil escrito no Colégio Jesuítico da Bahia nos finais do século XVII e impresso em 1706.
Borba de Moraes - I,111.
Inocêncio - VIII, 242.
Descrição:
Na Typographia de Filippe Nery, Lisboa, 1835. In-8º de (5)-469-(2). Encadernação moderna, meia francesa em pele cor de mel, lombada a 4 nervos, casas abertas com florões e ferros corridos, rótulos de pele azil e violeta com dizeres dourados. Apresenta 3 grandes mapas desdobráveis com informação esquemática das receitas e despesas da camara geral e das comunidades e aldeias da Ilha de Goa e Ilhas adjacentes (em 1805) e ainda um mapa das religiões do estado da India, seus conventos e seus fundos.
Exemplar ligeiramente aparado, com corte das folhas salpicadas a carmim, em muito bom estado, conservando a sonoridade original do papel. Ocasionalmente restaurado com papel de arroz.
De elevado interesse com páginas dedicadas às Novas Conquistas, em textos de oficiais coloniais no princípio do século XIX, assim como apresenta uma documentação histórica sobre Timor que provém sobretudo dos governadores e dos militares.
Descrição:
Título completo: SERMAM DE S. IOAM BAPTISTA. Na Profissam da Senhora Madre Soror Maria da Cruz, Filha do Excellentissimo Duque de Medina Sydonia, Sobrinha da Rainha N.S. religiosa de Sam Francisco. No Mosteiro de Nossa Senhora da Quietaçaõ, das Framengas. Em Alcantara. Esteve o Sanctissimo Sacramento exposto. Assistirão suas Magestades & Altezas. Pregovo o P. Antonio Vieira da Companhia de Jesu. Prégador de S. Magestade.
Na Officina de Domingos Lopes Rosa, Lisboa, 1644. In-8º de 16 ff inumeradas, A-D4. Brochado com papel moderno de encadernador, ligeiramente aparado. Página de rosto enquadrado em esquadria dupla. Numerado no canto superior direito, a tinta e mão coeva. Texto com caracteres redondos e itálicos, começa na página seguinte ao frontspício com a letra N ornamentada de desenho de fantasia . Sem licenças descriminadas. Ao texto do sermão segue-se ainda a declaração de Taxa.
Exemplar muito bem preservado (ao contrário dos descritos na BNP) apenas com umas muito ligeiras manchas de humidade, exclusivas do frontspício.
PRIMEIRA EDIÇÃO, PRIMEIRA IMPRESSÃO (variante A). Desta obra existem outras variantes, descritas com detalhe na BNP (Porbase, que descreve 11 exemplares desta nossa edição, todos em mau estado de conservação), distinguindo-se as variantes "A", "B" e "C". A que se apresenta aqui, corresponde à variante A. Conhecem-se dez outras edições posteriores deste sermão, até ser publicado no vol. V dos Sermões de Padre António Vieira (1696). Nenhum dos bibliografo seguintes conseguiu identificar o impressor desta obra.
Ameal, 2489 (MUITO RARA)
Arouca, V-188
Backer-Sommervogel, VIII, 654.
Barbosa Machado, I-423 (para as edições de 1652 e 1659)
Inocêncio, XXII-370
Morais Rocha de Almeida, Dicionário de autores no Brasil colonial (2010) p.
579
Palau, 26-471 (nº 364350)
Palha, 207
Visconde da Trindade, Restauração, 209 (MUITO RARO).
Descrição:
Na Officina de Manoel Soares (I. parte) / Na Officina de Domingos Rodrigues (II. parte), 1753 (ambas as partes) , 2 partes [livros I e II + III e IV] enc. em 1 volume, Lisboa 1753. In-8º de 168(parte I) -118 (parte II) -266 (parte III e IV) págs. Encadernação coeva inteira de pergaminho mole. Faltam as XXVIII páginas preliminares da primeira parte. Restante texto completo. Frontspício com tira de papel colado (restauro antigo?).
O exemplar que se apresenta tem apenas a indicação de ter sido impresso na oficina de Domingos Rodrigues (as outras edições apontadas, vem indicação de Luiz Moraes como sendo o impressor). Entre as partes II e III vem uma Adevrtencia aos Leitores que declara estar a sair a publico a Restauração de Portugal Prodigioso I, II e III. Esta característica não é refereida por nenhum das bibliografias consultadas.
Miolo muito bom estado de conservação, ligeira acidez marginal.
Exemplar da edição de Monteiro de Campos.
Azevedo Samodães, 1972
Inocêncio V, 303 & XVI,48
Descrição:
DECIMO SEXTO REY DE PORTUGAL, COMPOSTO POR D. MANOEL DE MENEZES, Chronista mor do Reyno, e General da Armada Reál, &c. PRIMEIRA PARTE, Que contém os sucessos deste Reyno, e Conquistas em sua menoridade. OFFERECIDA Á MAGESTADE SEMPRE AUGUSTA DELREY D. JOAÕ V. NOSSO SENHOR.
Na Officina Ferreyriana, Lisboa, 1730. In 4º (22)-392 págs. Encadernação coeva inteira de carneira mosqueada, decorada na lombada com 5 nervos, a ouro em casas abertas com florões vegetalistas e filetes duplos, e rótulo de pele laranja também com dizeres dourados. Cantos ligeiramente amassados. Pertence manuscrito antigo de instituição extinta. Papel conservando a sonoridade original. Miolo muito limpo em excelente estado de conservação.
Embora tenha saído sob o nome de Manuel de Menezes, foi escrita por José Pereira Baião (Borba de Morais, I, p. 57).
A segunda parte da obra é rarísisma, e segundo Inocêncio, conheciam-se à época apenas três exemplares, sendo dois em mãos de particulares, tanto de que há notícia. Tal facto se deve terem sido destruídos antes se colocarem à venda, por ordem da Academia Real de História.
Autoria da obra é atribuiida por Barbosa Machado a José Pereira Bayão, mais tarde confirmada pelo bibliógrafo Inocêncio.
Trata-se de uma Crónica recheada de interessantes documentos para a história das possessões ultramarinas durante o terceiro quartel do séc. XVI assim como uma importante obra para o estudo do reinado de D. Sebastião e do Sebastianismo.
MUITO ESTIMADA, RARA E VALIOSA.
Ameal, 1746
Azevedo Samodães, 2384
Barbosa Machado, III-310
Borba de Moraes,
Inocêncio, V-96 & VIII-163
Monteverde, 4041
Pinto de Matos, 446
Sousa da Câmara, 2190
(não mencionado em Ávila Perez)
.
Descrição:
Na offic. de António Vicente da Silva, Lisboa, 1760. In-8º de 11 ff. inums-213 págs. Encadernação coeva inteira de pele decorada na lombada a quatro nervos em casas abertas, com florões, filetes duplos e dizeres a ouro sobre rótulo pele castanha escura. Pequeno corte no pé da lombada, sem falta de pele. Primeiras páginas com ligeiro empoeiramento.
BOM EXEMPLAR E RARO no mercado.
Obra não referida na bibliografia das principais colecções de livros antigos portugueses. Inocêncio refere ter sido reimpressa em 1794. Embora no frontspício indique a existência de dois tomos, e no final do volume (em títulos compostos por mais de um volume) constar o tradicional "Fim do primeiro Tomo", tanto Incêncio como na informação da BN, apenas se imprimiu a primeira parte desta obra.
Academia das Ciêncas de Lisboa apresenta um exemplar (BACL-11-723-14)
Biblioteca Nacional apresenta um exemplar (S.A.-10642-P)
Diccionário de Pseudónimos de Albino Lapa (1980), 2111.
Guia de fontes primárias sobre Acadêmicos Esquecidos e Renascidos (1724/1759) por Carlos Mendes Morais (2010).
Inocêncio, I 135 & VIII 141.
Descrição:
Impressão Régia, Lisboa, 1810. In-8º de [127 págs] numeradas de 109 a 238. Exemplar em brochura, tal como saiu, apenas com os cadernos cozidos entre si. Margens intactas. Impressão sobre papel de boa qualidade, mantendo a sua sonoridade original.
Exemplar com carimbo de posse a óleo, do imponente bibliófilo e filósofo Prof Joaquim de Carvalho.
Obra elaborada a partir Das Memorias para a Historia do Jacobinismo do Abade Barruel, e publicada em Portuguez para confusão dos Impios, e cautéla dos verdadeiros amigos da Religião, e da Patria.
Trata-se da parte II da mesma obra, publicada em 1809, cuja numeração é corrida a partir da primeira parte (sairam ao todo seis partes até 1812).
Inocêncio (IV, 209) diz-nos que " ... ainda não está de todo liquida a parte que a J. Agostinho de Macedo coube n'esta publicação. No opúsculo Os Sebastianistas (parte2ª, pág. 15) diz elle, que só o segundo volume é seus, sendo o primeiro de uma douta penna ...".
Descrição:
Na Impressão de Alcobia, Lisboa, 1823. in-8º de (8)-177-(1) págs. Encadernação coeva, em carneira flamejante, cabeça da lombada e margens das capas com falta de pele. Miolo limpo e fino trabalho de traça nas últimas folhas, afectando a mancha tipográfica sem qualquer prejuízo de leitura. Corte das folhas brunido a pigmento amarelo. Com ex-libris no verso da capa anterior.
As páginas iniciais contêm o Alvará de 30-09-1770, com dedicatória ao Marquês de Pombal e no final, ao longo de uma página, vem uma poesia em latim, em louvor do autor por António Félix Mendes.
Pertence com assinatura de posse de Joaquim José Roiz da Silva (de quem encontrámos referências em documentos relativos à Guerra Civil Portuguesa de 1832 e 1834, de quem é autoria do poema amoroso, datado e assinado) constante no verso da última folha de guarda.
Inocêncio I, 175.
Descrição:
Em Lisboa. Na Officina de Francisco Villela. M.DC.LXXIII [1674], nos dois tomos. In-4º (18)-391-(5) e (16)-416-(24) págs. Encadernado, os dois tomos em um.
Encadernação coeva, artística a inteira de pele, gravada com molduras múltiplas a sêco nas pastas e lombada a 5 nervos com ferros a ouro, dispostos em casas fechadas. Apresenta vestígios de xilófagos imperceptivelmente nos festos. Rúbrica de posse coeva e rasurada no frontspício. Mantem a sonoridade original do papel. Cabeça da lombada com peqeuna falta de pele, falho de rótulo de pele.
INVULGAR Terceira edição, desta estimada obra de Faria e Sousa, mais tarde reformada sob o título de Europa Portuguesa.
Inocêncio V, 415 & XVI, 185.
Palau 86884 & Palau (1990), III-186 (é a mesma obra que o autor refundiu e ampliou com o titulo de Europa portuguesa)
Descrição:
Na officina de Miguel Manescal, Lisboa, 1699. In-8º de 251-(10) págs. (A-Aiiij, R). Enc.
Encadernação do séc. XVIII, inteira de carneira, lombada lisa sub-dividida em 6 casas abertas com decoração dourada e rótulo de pele vermelha, também com dizeres dourados. Corte generalizado e carminado de margens curtas, muitas vezes rente à mancha tipográfica. O papel de qualidade inferior, suportando ação do tempo sob efeito de elevado manuseamento, encontra-se muito bem conservado, mantem a estrutura de base e suporte da obra. Alguns defeitos menores . MUITO BOM EXEMPLAR.
Desta PRIMEIRA EDIÇÃO, em todas as bibliotecas públicas do território português, apenas se conhece o exemplar da Biblioteca Nacional.
É um livrinho DE ELEVADA RARIDADE não obstante a grande grande popularidade que conheceu, avaliando a herança das inúmeras edições ao longo de quatro séculos, dentro do género da medicina popular e das superstições.
Barbosa Machado I, 389
Conde de Arouca, 657
Inocêncio I, 269.
Descrição:
Na Officina de Miguel Manescal da Costa, Lisboa, 1753. In-8º de 158-(2)págs. Enc.
Encadernação coeva inteira de carneira mosqueda. Lombada com quatro nervos, decoração a ouro com ferros vegetalistas, dispostos em casas fechadas. Rótulo de pele castanha com dizeres dourados. Aparo generalizado salpicado a carmin. Assinatura de posse coeva. Carimbo de posse de Bayolo Pacheco de Amorim na página de guarda.
Texto polémico que conheceu uma edição única. O verdadeiro autor da obra foi o P. Francisco Duarte.
Inocêncio VI, 60 & IX, 284.
Descrição:
Na Offic. de Antonio Alvarez Ribeiro, Porto, 1796. In-8º de 252-(8) págs. Enc.
Encadernação de execução recente, inteira de pele mosqueada castanho alaranjada, com florões vegetativos em casas abertas na lombada, também com rótulo de pele preta.
Exemplar inteiramente por aparar, mantendo intactas as grandas rebarbas e margens desencontradas, tal como foi publicado.
Acidez na área da mancha tipográfica.
Inocêncio VII, 315
Descrição:
Na Tipographia da Acad. R. das Sciencias, Lisboa 1799. In-8º de XXVII-425-(1) págs. Enc.
Encadernação séc. XIX, inteira de pele aroboreada, e decorada a ouro com elegantes ferros, ao gosto romântico na lombada. Cabeça da lombada ligeiramente coçada. Corte das folhas carminado. Guardas pintadas em tina manual com cores intensas em torno de azul cobalto, de belíssimo efeito.
Ostenta um ex-libris xilográfico realizado por Ruy Palhé, numerado (tiragem de 50) e assinado.
Nítida impressão sobre papel de boa qualidade e gramagem superior, mantendo a sonoridade original.
As 27 páginas introdutórias são da autoria Stockler (Francico de Borja Garção Stockler) e tecem um perfil critico-biografico do autor.
PRIMEIRA E ÚNICA edição, póstuma.
Alexandre Herculano ( Panorama, vol.III de 1839), p. 197
Inocêncio II, 369.
Manuel Pinheiro Chagas (Portuguezes illustres, 2ª ed. 1873), p. 141–142.
Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, 1991, vol.I, p. 561.
Descrição:
Officina de Filippe da Silva e Azevedo, Lisboa, 1785. In-8º de (18)-287 págs. Enc.
Encadernação coeva inteira de carneira mosqueada. Impressão nítida sobre papel de boa qualidade, preservando a sonoridade original. Bonitas letras capitulares xilográficas e cabeções tipográficos de enfeite. Carimbo heráldico de posse, a óleo, no frontispício. Canto inferior com falha de papel sem afectar a mancha tipográfica. Imperceptível trabalho de traça, junto à lombada, das páginas 59 a 84, sem qualquer prejuízo da mancha tipográfica. Etiqueta de ordem de biblioteca à cabeça da lombada. Canto inferior direito com ligeira falta de pele.
Trata-se da PRIMEIRA OBRA publicada em Portugal pelo PRIMEIRO FEMINISTA PORTUGUÊS (séc. XVI), e aqui que se apresenta em segunda edição. Constitui também a primeira obra na história da tipografia portuguesa publicado por um açoriano.
Ávila Perez, 3346 (considera RARA)
Catálogo dos impressos de tipografia portuguesa do século XVI: a colecção da Biblioteca Nacional, nº 298.
Inocêncio VII, 189.
A obra encontra-se omissa nas restantes bibliografias consultadas. Conhecem-se exemplares desta segunda edição, na Biblioteca Nacional e na Biblioteca João Paulo II (UCP).
Descrição:
Na Officina Komarekiana, Roma, 1728. In-fólio de (12)+ 444 págs. (a1 - z1; Aa-Zz; Aaa-Iii3). Encadernação coeva em carneira mosqueada, corte das folhas carminado.Mantem a sonoridade original do papel, exemplar muito limpo, sem defeitos maiores apontar.
Obra clássica em PRIMEIRA EDIÇÃO, já de RARO aparecimento no mercado.
Ávila Perez, 2935; Conde d'Ameal, 954; Inocêncio. II-377 & IX-291; Monteverde, 2435; Samodães, 1267.
Descrição:
Na Officina de Miguel Manescal da Costa, Lisboa, 1766. In-8º de 2 tomos com 21 ff. inums-362-(1) & (6)-312 págs encadernados em um. Encadernação coeva inteira de carneira mosqueada. Apresenta um modesto aparo marginal, com folhas timidamente carminadas. Carimbo de posse de antigo de extinta instituição, na página de rosto e na última folha. Assinatura de posse coeva.
Nítida impressão sobre papel encorpado mantendo a sonoridade orginal do papel. Cada um dos tomos apresenta 12 sermões.
Primeira e única edição da igualmente única obra publicada pelo autor (polémico).
Inocêncio, V, 331; omisso na Biblioteca Lusitana.
Descrição:
Na Impressão Régia, Lisboa, 1827. In-8º de (6)-380-(2) págs. Encadernação coeva inteira de carneira flamejada, com dizeres e filetes dourados na lombada, com rótulo de pele vermelha. Conserva o magnífico retarto desenhado por Jozé Coelho e gravado por J.(oão) V.(icente) Priaz. Carimbos de posse antigas no rosto. Mantem a sonoridade original do pale, bastante encorpado e em exceelnte estado de conservação.
2ª edição, a definitiva, muito alterada e acrescentada relativamente à anterior.
Inocêncio IV, 183-215 & XII 200-203.
Descrição:
Na officina de Antonio Gomes, Lisboa, 1788. In-8º de IV-202 págs. Encadernação coeva inteira de carneira mosqueada com dizeres dourados na lombada. Conserva a sonoridade original do papel. Apresenta ex-libris no verso da pasta anterior. Ligeira mancha esvanecida no canto superior direito. Ligeiros e insignificantes defeitos de manuseamento.
Considerada a primeira obra a revelar preocupações didácticas no campo da ortografia, também relativamente às classes sociais menos favorecidas e menos instruidas. Trata-se da 6ª edição, acrescentada.
Inocêncio IV, 21 e X, 332.
Exclusiva da BNP apresenta 3 exemplares desta edição, sendo ausentes de outras bibliotecas públicas.
Exemplar igual ao da Biblioteca de Leite Vasconcelos, nº 9, p. 64
Descrição:
Na Officina de Antonio Pedrozo Galrão, Lisboa, 1719. In-8º de (20)-418 págs. Encadernação coeva em pergaminho com dizeres caligrafados na lombada.
Nítida impressão a duas colunas, sobre papel de boa qualidade, mantendo a sonoridade orginal. Adornada com belíssimos florões e outras vinhetas tipográficas de remate.
Carimbo a óleo de posse na última página, de uma instituição religiosa extinta. Pequena mancha marginal esvanecida de tinta.
Inocêncio XVII, p. 12. ; não foram localizados mais exemplares além os da BN.
A única referência encontrada ao autor, vem descrita numa carta do Padre António Vieira escrita na Baía em 9 de Agosto de 1688 (in Epistolografia, Cartas de Lisboa, Cartas da Baía, vol. IV, p. 373, ed. Círculo de Leitores, 2013).
Descrição:
Impressão Regia. Rio de Janeiro. 1816. In-8º de (7)- 53 págs. Brochado. Ligeiro aparo marginal. Nítida impressão sobre papel de qualidade superior, em excelente estado de conservação.
Raro livro desta tradução brasileira sendo uma dos primeiros livros impressos no Rio de Janeiro pela Impressão Régia. Primeira e única tradução para português da famosa peça de Jean Racine (1639-1699) aqui em primeira edição brasileira.
Almeida Camargo & Borba de Moraes, Bibliografia da Impressão Régia do Rio de Janeiro I, nº 496. Innocêncio I, 171 & VIII, 203. Gonçalves Rodrigues, A tradução em Portugal 3251. Não referido em Palha.
Descrição:
Typographia Commercial Portuense, Porto, 1843. In-8º de (5)-226 págs. Encadernação moderna cartonada com papel marmoreado. Papel ligeiramente oxidado, resultante da sua própria qualidade sob acção do tempo.
Bonita edição de esmerado apuro gráfico, bem ao gosto romântico pleno de vinhetas de remate e cabeçoes de enfeite, com letras capitulares trabalhadas, todas distintas de Canto para Canto que constitui o poema.
Ostenta uma dedicatória autógrafa (aparada no canto inferior direito).
Inocêncio V, 64
Exemplares na biblioteca Pedro Veiga (FLUP) e Biblioteca Nacional
Não referido em "Poemas Herói-Cómicos Portugueses" de Alberto Pimentel (Porto, 1922).
RARO.
Descrição:
Na Officina de Simão Thaddeo Ferreira, Lisboa, 1798. In-8º de 54-(24 págs).
Rúbricas de posse coevas no frontspício.
ENCADERNADO JUNTO COM:
COMPENDIO DO CALCULO DA LATITUDE NO MAR PELA OBSERVAÇÃO MERIDIANA DOS ASTROS por ...
Na Officina de Simão Thaddeo Ferreira, Lisboa, 1798. In-4º de 134 págs. Ambos os volumes ncadernação moderna meia francesa com cantos em pele. Ornado com belos cabeções de enfeite representando temas de navegação, e ainda, ao longo do texto, com esquemas armilares de cálculo trigonométricos espacias.
Exemplar preservando a sonoridade original do papel (bastante encorpado), com os dois títulos apresentados encadernados juntos num volume único. O primeiro título apresenta ligeiros e muito pequenos restauros pontuais, muito bem executados com papel de arroz. Ligeiro aparo marginal.
As 24 últimas páginas com VIII tábuas de correcções de cálculo respeitantes ao primeiro título, encontram-se encadernadas no final do volume. Exemplar completo com tudo quanto publicado.
Inocêncio T. V, p. 74 não refere o Compendio do Calculo de Latitude no Mar e diz-nos desconhecer qualquer dado biográfico do autor, além de ter sido matemático e professor de pilotagem, e que julga ter falecido em 1809. OBRA RARA, de referência e representativa para o estudo da ciência náutica portuguesa da época.
Apenas a BIBLIOTECA NACIONAL apresenta um exemplar de cada um dos títulos, sendo omisso das restantes instituições. Não referido em outras bibliografias especializadas.
Descrição:
Na Real Imprensa da Universidade, Coimbra, 1829. In-8º de 317 págs. Encadernação coeva, meia inglesa em pele, com sinais de desgaste por manuseamento, rótulo com dizeres dourados na lombada, esta com as charneiras frágeis à cabeça. Trabalho de traça exclusivo à encadernação, do lado interior, junto à charneira da pasta anterior. Miolo em excelente estado, com raros picos de acidez.
Bastante invulgar.
Inocêncio, II-86
Descrição:
Na Offic de Antonio Vicente da Silva, Lisboa. 1760. In-8º de (32)-475 págs. Encadernação do séc. XIX, meia francesa em pele castanha com rótulo de ordem de estante na lombada. Carimbo de posse a óleo no frontspício e ante-rosto, coevo à encadernação. Mantem a sonoridade original do papel saudável.
QUARTA EDIÇÃO, muito rara desta muito importante obra da bibliografia brasiliana, considerada pela academia e por alguns bibliografos ( por exemplo Ruben Borba de Moraes) o PRIMEIRO ROMANCE BRASILEIRO (no domínio do romance alegórico de fundo moral e espiritual, bem ao gosto do barroco) em que descreve, de forma devocional, a vida quotidiana da Bahia e de Minas Gerais durante o período do ciclo do ouro brasileiro. A ideia de ser "o primeiro romance brasileiro", desvaloriza o real e verdadeiro primeiro romance, intitulado Aventuras de Diófanes (1752) de Theresa Margarida da Silva e Orta, publicado sob o pseudônimo de Dorothea Engrassia Tavareda Dalmira, anagrama perfeito de Dona Theresa Margarida da Silva e Orta.
Inocêncio, VI, 315 e XVII, 214;
Borba de Moraes in Bibliographia Brasiliana (1983);
Palmira Morais Rocha Araújo, in Dicionário de Autores no Brasil Colonial (Colibri, 2003);
Barbosa Machado, in Biblioteca Lusitana (1752);
N. M. Pereira in Compêndio Narrativo do Peregrino da América (1939).
Descrição:
Na Typographia da Academia R. das Sciencias, Lisboa, 1824. In-8º de VII-262 págs. Encadernação meia inglesa em pele castanha, com dizeres dourados na lombada, ligeiramente ressequida. Corte das folhas carminado. Preserva a sonoridade original do papel. Nítida impressão sobre papel encorpado de linho. Rúbrica de posse antiga a tinta roxa no frontspício.
Segunda edição INVULGAR, impressa três anos após a primeira edição.
Descrição:
Na Imprensa de Galhardo, Lisboa, 1821. In-8º de 38 págs. Encadernação moderna em papel marmoreado. Ostenta um pequeno autocolante de biblioteca particular.
Curioso e muito INVULGAR.
Descrição:
Imprensa Nevesiana, Lisboa, 1834. In-8º de 56 págs. Encadernação moderna meia inglesa em pele com dizeres a ouro na lombada sobre rótulo de pele vermelha. Frontspício com pequeno ex-libris colado no canto inferior direito.
Inocêncio, VII-56 diz "... este escripto é, não sei porque, pouco vulgar ...".
MUITO CURIOSO e INVULGAR.
Descrição:
Na Regia Officina Typografia, Lisboa, 1790. In-8º de 248-(2) págs. Encadernação coeva da época inteira de carneira mosqueada com dizeres a ouro na lombada sobre rótulo de pele vermelha. Rubrica de posse coeva no frontspício.
Obra de grande apuro tipográfico magnificamente ilustrada com 16 gravuras de página inteira em extra texto, o frontispício gravado e decorado com figuras alegóricas e o retrato do autor e 12 vinhetas de meia página no começo de cada canto pelos melhores desenhadores e gravadores portugueses da época: Carneiro da Silva, Jerónimo de Barros, Soyé, Frois, João Tomás da Fonseca, Ventura da Silva, Lucius, Ramalho, entre outros. Cremos estar falho do retrato de D. José.
PRIMEIRA EDIÇÃO, MUITO RARA.
Inocêncio V, 316.
Descrição:
Na Impressão Regia, Lisboa, 1811. In-8.º de XV-266 págs. Encadernação coeva inteira em pele e dizeres a ouro em rótulo de pele vermelha na lombada.
PRIMEIRA E ÚNICA EDIÇÃO, invulgar.
Ávila Perez, 4477; Inocêncio IV, p. 186 , Laureano Barros, 3287.
Descrição:
Typ. Patriotica de C.J. da Silva, Lisboa, 1837. In-8º de 104 págs. Brochado com as capas finas, originais e impressas com tipos de bel efeito tipgtráfico, em bom estado de conservação, estadno o miolo preservado com as margens largas, intactas, barbeadas e com sonoridade original. Apresenta falta de papel no canto inferior esquerdo nos dois primeiros cadernos. POR ABRIR.
RARO.
Descrição:
Real Imprensa da Universidade, Coimbra, 1830. In-4º de VIII-111 págs.
Encadernado junto com:
REGULAMENTO PARA O GOVERNO DA IRMANDADE DA SANCTA CASA DA MISERICORDIA DA CIDADE DE COIMBRA, Imprensa Litteraria, Coimbra 1875. In-4º de VIII-152 págs.
Encadernado junto com:
REFORMA DE ALGUNS ARTIGOS DO COMPRIMISSO E REGULAMENTO DA SANTA CASA DA MISERICORDIA DE COIMBRA. Imprensa da Universidade, Coimbra, 1885. In-8º de 10-(1) págs.
Frontispício com uma gravura emblema da Misericórdia de Coimbra. Conjunto importante em torno desta instituição secular, e de difícil reunião, com encadernação coeva em pele castanha escura, meia inglesa sem cantos, dourados na lombada com dizeres e decoração à época. Aparo marginal generalizado, em bom estado mantendo a sonoridade original do papel. Ostenta um ex-libris heráldico de Eugénio de Castro, e a encadernação foi executada pela Oficina do Colégio dos Orphãos de Coimbra, atestado pelo carimbo a óleo que ostenta o exemplar.
Descrição:
Officina de Francisco Mendes Lima, Porto, 1760. In 8° com (16)-320 págs. Encadernação coeva em carneira mosqueda, insignificantemente coçada e falho do rótulo com os dizeres dourados. Exemplar com carimbo de posse do eminente Prof Joaquim de Carvalho. Rubrica de posse trabalhada e coeva (Moraes) na última folha de guarda. Belas vinhetas tipográficos de efeito decorativo dispostas ao alto das páginas das licenças do Santo Ofício. Topo da página da dedicatória com brazão de armas de D. Gaspar de Bragança (filho ilegítimo de D. João V).
Primeira e rara edição desta obra setecentista fortemente influenciada pelo pensamento filosófico do John Locke e da sua revolucionária obra «An Essay concerning humane understanding», publicada em Londres em 1690.
Exemplares na Biblioteca Nacional e Biblioteca João Paulo II (UCP).
Descrição:
Na Real Imprensa da Universidade, Coimbra, 1823. In-4º de XI-109-(1)-174-(8) págs. Dois títulos encadernados num único tomo
Brochado por aparar e inteiramente por abrir, preservando a brochura original. Mantem a sonoridade original do papel. Exemplar muito fresco, limpo e limpo.
Importante título, pioneiro do Liberalismo em Portugal, classificado como leitura densa e intrincada sobre o Miguelismo, a Contrarrevolução, a Tradição Ibérica, a Doutrina Social da Igreja e a Subversão.
Descrição:
Na Officina de Miguel Manescal da Costa Impressor do Sto. Officio, Lisboa, 1767. In-8º de 11 págs. Encadernação moderna inteira de percalina azul escura. por aparar. Frontspício com parte de texto omitido provocado por remoção de antigo carimbo (?) ou assinaatura de posse (?). Por aparar.
Não referido nas bibliografias consultadas de eminentes bibliófilos, com excepção do catálogo de Fundo de Reservados de Livro Antigo (cota PV(R)/369), formado por obras antigas, raras, com características especiais, da FLUP. Exemplares referidos em Portugal na Biblioteca Nacional e Biblioteca Geral da UC, e no estrangeiro na Universidade de Toronto, Universidade Witwatersrand, Universidade da California, Britsh Library e Universidade de Boston.
Trata-se de uma separata impressa num reduzido número de exemplares a partir da Macarronea Latino-portugueza de 1791 . MUITO RARO
Descrição:
Na Impressão Regia, Lisboa, 1816. In-8º de 44 págs. Encadernação em papel antigo, marmoreado em tina manual. Mancha de humidade restrita à última folha, não impressa, que antecede a capa posterior. Bom exemplar, não aparado, com margens jumbo.
Exemplar que pertenceu à biblioteca de Eugénio de Castro, de quem ostenta a sua assinatura no frontspício, com uma nota manuscrita de sete linhas no verso do ante-rosto, tecendo onsiderações sobre o autor e a edição. Segundo Inocêncio este título teve uma tiragem restrita de 150 exemplares.
RARO.
Descrição:
Typographia de Manoel de J. Coelho, Lisboa, 1845. In-8º de 136 págs. Encadernação moderna em sintértiuco azul escuro. Preerva as capas de brochura e mantém intactas as margens fortemente desencontradas.
INOCÊNCIO, t.III, p. 297
Descrição:
Lisboa na Impressão Regia, 1830 (Setembro 1830 a Setembro de 1831). In-8º de 27 números, composto maioritariamente por 12 páginas cada: Colecção completa de 27 numeros encadernados num volume. Encadernação meia de pele cor de mel, século XX, com rótulo de pele vermelha gravada cm dizeres a ouro na lombada. Corte coevo das folhas salpicado a pigmento azul indigo. Exemplar acompanhado do retrato que por vezes falta nos exemplares que aparecem no mercado, gravura esta desenhada por H. J. da Silva e gravada por D. J. Silva . Inocêncio, no seu Dicionário Bibliográfico, diz-nos que a obra " ... compõe- se de 27 n.ºs, dos quaes o ultimo sahiu posthumo, tendo ficado incompleto pela morte do auctor ...", dado esse que se obtem também no último parágrafo do último número, onde refere a data de cessão de escrita e do passamento do autor "... por lhe obstar a finalisal-o o ataque das sezões de que lhe sobreveiu a morte ...".
Exemplar apresenta ainda uma folha final, constituída por 2 sonetos assinados J.J.P.L. [Joaquim José Pedro Lopes], intitulados «Por ocasião da sentida morte do Padre J.A. de Macedo» e o «Índice dos títulos dos numeros desta obra».
Publicação periódica completa, de difícil obtenção no mercado e cujas descrições não referem, nem a gravura, nem a folha final.
Inocêncio, IV, 197; Manuel Ferreira, Cat. LXXXII
Descrição:
Chez Hachette, Paris, (1845). In folio de 41 ffs litografadas. Frontspício principal e secundário gravados, seguindo-se de uma página de introdução e dezenas de exemplos caligráficos até ao final da obra, num total de 41 folhas gravadas pela frente por Joseph Picquet a partir de desenhos de L. F. Pillon. No final da obra inclui 11 alfabetos em idiomas distintos. Encadernação coeva. meia inglesa em pele vermelha com dizeres dourados na lombada, apresentando alguns sinais de manuseamento. Foxing generalizado, em algumas folhas, próprio da sua qualidade hidrófila.
Descrição:
Na Officina de Bernardo da Costa de Carvalho, Impressor do Serenissimo Senhor Infante, Lisboa, S/d. (1722). In-4º de XVIII-156 págs. Encadernação coeva (?) em pele, com decoração dourada moderna na lombada. Ilustrado em extra-texto com 2 gravuras de B. Picart: uma representando de Lisboa antes do terramoto de 1755, encimada por dois anjos segurando o brasão real e a segunda com o retrato do autor datado de 1721. Seguem-se 45 estampas com alfabetos, penas e desenhos caligráficos da autoria de Andrade datadas de 1718. Borba de Morais, na sua Bibliografia Brasileira do Periodo Colonial, p. 136 refere a existência de três impressões, contestando assim a descrição em Inocêncio (V, 336) que refere apenas duas. refere ainda que a primeira tiragem da obra corresponde a que tem 7 folhas preliminares inumeradas além do frontspício e a portada alegórica, situação essa que se verifica no exemplar que se apresenta.
Encadernação ligeiramente coçada, ocasionais picos de humidade em algumas folhas, com raras manchinhas de tinta.
PRIMEIRA TIRAGEM EM PRIMEIRA EDIÇÃO, muito valiosa e rara.
Descrição:
Agra [=Paris], 1748. In-8º de dois volumes com (3)-XIII-(5)-128 & (6)-166 págs respectivamente encadernados num tomo único. Encadernação coeva em carneira mosqueada, com restauro antigo, dizeres dourados sobre pele vermelha na lombada, com decoração também dourada em casas abertas. Corte das folhas carminado. Cantos ligeiramente amassadose cabeça da lombada com ligeira falta. Ex-libris do poeta Joaquim Pessoa.
Edição com uma portada alegórica em ambas as partes, muito belas, com tipografia emoldurada de composição arquitectónica e vegetalista representando, na base, um sofá com casal conversando em pose descontraída vigiada por um terceiro elemento em plano de fundo, no primeiro volume. No segundo volume, a portada não se encontra assinada e o ambiente apresentado corresponde ao de um quarto com cama,onde conversao casal, também em pose descontraída acompanhados com respectivo mobiliário complementar. A gravura que compõe a portada do primeira parte está assinada P(ierre). F(rançois). Tardieu de la Montagne, célebre gravador que viveu de 1711 a 1771 tendo sido responsável pela maioria das gravuras nas edições das Fábulas de La Fontaine. A portada da segunda parte encontra-se por assinar, mas o estilo e trabalho identifica o mesmo autor da portada do primeiro volume.
Edição muito recuada, a segunda e mais apreciada pelas actualizações de grafismo, beleza das portadas. Edição não descrita na maioria dasibliografias consultadas.
Before he found his niche in the theatre, he wrote several rather licentious novels, in particular Angola, which was held up by contemporaries such as Édouard Thierry as 'le roman du siècle, le livre des jolis boudoirs, le manuel charmant de la conversation à la mode'.
Descrição:
na Impressão Régia, Lisboa, 1929. In-8º de 27 opágs. Encadernação cartonada moderna em papel marmoreado. Nítida impressão sobre papel encorpado.
Descrição:
Na casa de J. P. Aillaud, Paris, 1826. In-8º de (8)-251-(1) págs. Encadernação coeva, meia inglesa em pele vermelha com dizeres dourados na lombada. Etiqueta antiga com número de ordem de biblioteca provada. Rubrica de posse coeva no frontspício. Ocasionais picos de acidez, generlaizada na mancha tipográfica, ao longo do volume. Aparo generalizado. Bonito exemplar.
PRIMEIRA EDIÇÃO, rara.
Descrição:
L. Hachette, Paris, 1844. In-8º de (8)-442 e 408 págs. Encadernação coeva meia francesa em marroquin preto com dizeres dourados e ferros secos brunidos na lombada, em casas simples e fechadas. Aparo marginal. Guardas em papel fantasia manual da época. Primeiro volume com apontamento manuscritos coevos, que não conseguimos transcrever mas cremos que trata de um apontamento sobre crítica realizado num periódico ao tempo da sua publicação.Rúbrica de posse coeva em ambos os volumes, no frontspício.
Edição original do historiador Charles Weiss (1812-1881). A obra surge na sequência de uma tese que o autor defendeu em 1839 em torno das causas da decadência da indústria e comércio em Espanha e, aqui, trata de analisar as suas causas durante os séculos XVI a XVII, na indústria, na agricultura e no comércio, assim como na literatura e arte, apresentando as considerações acerca das novas políticas introduzidas pelos Bourbons.
Descrição:
Na Officina de Miguel Rodrigues, Lisboa, 1772. In-8º de 20 ff. inums - 171-(1) págs. Encadernação coeva, em carneira, com falhas e vestígios de dourados floreados na lombada. Guardas com pertences e notas manuscritas assim como contas aritméticas.
PRIMEIRA E ÚNICA EDIÇÃO.
Inocêncio, t.VI, p. 24
Ferreira de Mira, p. 221 a 227 refere três obras do género publicadas no séc. XVIII, referindo-se a elas muito elementares e insuficientes, mas sendo esta a menos incompleta; BN apresenta um exemplar.
Descrição:
Chez Janos Rovicki, Varsovie, 1783. In-8º de XXXIV-493-(1) págs. Encadernação coeva, com re-empastamento antigo das capas, provávelmente no séc. XIX, avaliando o tipo de cartonagem e papel empregue. Lombada em calfe com rótulo de pele castanha escura, dourada com dizeres e casas abertas com florões decorativos, também dourados. Aparo antigo, mas posterior ao corte das folhas, estas salpicadas a carmim. Belo exemplar, conservando a sonoridade original do papel. Anexam-se fotografias do índice sobre a importante contribuição de textos sobre o Brasil e Goa.
PRIMEIRA E MUITO RARA EDIÇÃO de um dos mais interessantes textos sobre Marquês de Pombal com elevado interesse para o estudo dos processos inquisitoriais de Évora e Coimbra..
Descrição:
Na Officina que foy de Miguel Lopes Ferreira, Lisboa, 1737 (e 1738). In-fólio de 15 ff. inums. - 310 e 7 ff. inums. - 330 págs. [ai-dij , Ai - Rr & §i-Sss] respectivamente. Encadernação coeva, inteira de carneira, mosqueado fino e lombada com decoração floreada barroca em casa fechadas, ligeiramente coçadas. Falho de rótulo na lombada. Último caderno solto. Exemplar completo, de estrutura rígida e muito bem conservado, mantendo a sonoridade original do papel. Algumas páginas com anotações marginais, coevas.
PRIMEIRA EDIÇÃO PORTUGUESA da obra que, no género, teve grande aceitação e um elevado número de edições e traduções, escrita quando o autor tinha 27 anos. Tradução de Padre Domingos Rodrigues Faya publicada em portuguyês cerca de meio século depois.
BN ; Monteverde Cunha Lobo, 1811.
Descrição:
Typographia de José Baptista Morando, Lisboa, 1848 (1849 e 1853 respectivamente). In-8º de 3 volumes com XVIII-(1)-462-(2), III-485-(3) e (6)-500-(1) respectivamente. Encadernação coeva, meia francesa em pele verde com etiquetas de número de ordem da biblioteca antiga. Aparo marginal e muito bom estado geral. Assinatura de posse antiga (Prof. Dr. Bernardo Albuquerque) no frontspício do primeiro volume. Ilustrado com litografia original representando o retrato do autor segurando pena de escrita e livros, assim como reprodução facsimilada da sua assinatura, realizado nas oficinas calcográficas dos Mártyres em Lisboa, por António Joaquim de Santa Bárbara.
PRIMEIRA EDIÇÃO, póstuma de toda a sua grandiosa obra (o autor tinha falecido 4 anos antes). Foram publicados três volumes das Obras Completas deste historiador, embora o plano de edição constasse de dez volumes, permanecendo inédita até hoje a restante parte da sua obra.
Descrição:
Na officina de Miguel Rodrigues Lisboa, 1744. In-8º de 11 ff. inumeradas + 54 págs. Encadernação modesta, séc. XIX. Pertence manuscrito e ex-libris no verso da pasta anterior. Impressão sobre papel de magnífica qualidade, de elevada gramagem. Aparo marginal, apresentando ainda assim, margens largas. Insignificante trabalho de traça pontual e exclusivo junto da charneira.
Descrição:
Na Real Imprensa da Universidade, Coimbra, 1821. In-8º de 47 págs. Encadernação artística de meados do séc. XX, inteira de pele, com filets gravados a ferros secos de motivos vegetalistas e a lombada com rótulos vermelhos dourados com dizeres. Exemplar, muito fresco e cuidado, mantendo a sonoridade original do papel.
PEÇA DE COLECÇÃO
Descrição:
Typ. Imp. e Const. de J. Villeneuve e Comp., Rio de Janeiro, 1841. In-8º de 404 pags. Encadernação meia inglesa em pele com dizeres a ouro na lombada. miolo com algumas manchas de humidade. A página 33 e verso é dactiloscrita. Rúbrica de posse de antigo professor da Universidade de Coimbra.
MUITO INVULGAR.
Descrição:
Tipografia Rollandiana, Lisboa, 1808. In-8º de 188 páginas. Brochado da época com ligeira falha no canto inferior direito. Nírtida impressão em papel azul de superior gramagem. Carimbo de antiga biblioteca priovada (de Bayolo Pacheco de Amorim) no frontspício e outro, de Henrique Hoezar (carimbo heráldico) no final, na última página. Manchas de humidade disseminadas ao longo do texto.
Obra muito invulgar.
Descrição:
Impressão Régia, Lisboa, 1826. In-8º de VIII-382-(2) págs. Encadernação coeva inteira de carneira mosqueada, com decoração dourada vegetalista na lombada e dizeres gravados sobre rótulo de pele vermelha. Sinais de manuseamento com algum vigor nos cantos. Volume I e único. Ocasionais e insignificantes sublinhados a lápis. MUITO BOM EXEMPLAR
Edição original da última obra do autor, considerado como um dos maiores pensadores do séc. XIX e o percursor das ideias modernas económicas em Portugal.
Descrição:
Ministério da Educação Nacional. Lisboa. 1970. In-8º de 27-(46) pags. Brochado. Impresso com 3 linhas a duas cores reproduzindo as vinhetas e letras capitais decorativas bem como o texto bilingue em português e tamil. O texto fac-similado é antecedido por um resumé/sumário em françês e inglês
Descrição:
Robert Wilkinson, London, 1800 (frontspício) a 1803 (Índice). In-fólio de (4)- 48 mapas aguarelados. Encadernação meia inglesa e pele preta coeva com dizeres dourados na lombada; papel de guarda e das pastas substituido com papel fantasia moderno. Frontspício com uma bela gravura alegórica aberta em chapa de aço, com manchas de humidade antigas. Nítida impressão sobre papel de gramagem superior, com gravuras cartograficas abertas em chapa de cobre assinadas por w. Harrison, George Allen, T. Conder, E. Bourne, J. Roper, B. Baker, T. Foot e I. Puke, de belo efeito visual realçado pela aguarela coeva.
PEÇA DE COLECÇÃO
Phillips, Atlases 696, 701, 3532a, 4301.
Descrição:
Colburn & Bentley, London, 1830. In-4º de XVI-511 e VII-512 págs. Encadernação coeva em sintético verde com rótulos de pele castanha e dizeres dourados na lombada. Ilustrado com 3 mapas desdobráveis, 1 frontspício colorido, 13 gravuras abertas em chapa d'aço de página inteira e dupla. COMPLETO DE TEXTO E GRAVURAS, estas últimas efevtuadas a partir de desenhos de C.R. Cockerell. MUITO BOM EXEMPLAR, muito be conservado com ocasional e muito raro foxing, tão prórpio da acção do tempo sobre este tipo de papel, mesmo assim de belíssima qualdiade.
Descrição:
a continuação do título:
Bicêtre, La Conciergerie, La Force, La Salpêtrière, Le For-L'Evêque, Saint-Lazare, Le Châtelet, La Tournelle, L'Abbaye, Sainte-Pélagie, Pierre en Cize, Poissy, Ham, Fenestrelles, Le Château d'If, Château Trompette, Le Mont Saint-Michel, Clairvaux, Les Iles Sainte-Marguerite, La Tour de Londres, Pignerolles, Le Spielberg, Les Plombs de Venise, Les Mines de Sibérie, Les Sept Tours, Les Cachots de l'Inquisition.
Histoire des prisonniers d'état, des victimes du fanatisme politique et religieux, intérieur des bagnes, travaux et punitions des forçats, détails inédits sur toutes les prisons élevées par le despotisme.
Administration de Libraire, Paris, 1845. In-4º de 8 tomos encadernados em 4 volumes com 340, 368, 363, 326, 344, 347, 348 e 399 páginas respectivamente. Encadernação coeva, em calf vermelho, finamente dourado na lombada. Magníficamente ilustrado com 32 gravuras abertas em chapa d'aço. Ocasioanis picos de humidade.
O vol. VIII trata exclusivamente da história das prisões públicas de mulheres. BELÍSSIMO EXEMPLAR, peça de colecção sobre a história do sistema prisional internacional.
Descrição:
Thomas Cowperthawt & Co, Philadelphia, 1838. In-8º de 13 volumes com encadernação coeva, inteira de pele mosqueada com decoração dourada na lombada em casas fechadas e dizeres também dourados sobre rótulos de pele preta. Aparo generalizado de todos os volumes com goteiras pintadas. Picos de acidez dissimenados pelo miolo. Bom exemplar.
Descrição:
Na PATRIARCAL OFFICINA DA MUSICA, Lisboa, Anno M. DCC. XXVII (1727). In-4º de xxxiii-487 págs. Encadernação artistica coeva em carneira mosqueada selectivamente a constituir elementos geométricos de decoração limitados por ferros gravados a seco e a ouro nas pastas, com ferros a ouro na lombada em casas fechadas e rolados nas esquadrias das pastas (com cantos coçados), Obra primorosamente impressa em papel de elevada gramagee ilustrada com conjunto apropriado de vinhetas decorativas de grande mestria (brasão da Infanta de Portugal, brasão de armas do Barão de Seegh, Monograma da Companhia de Jesus, monograma do Santo Oficio, monograma do Patriarcado, brasão de armas do Paço Real, brazão de armas da Imperatiz, miniatura do retrato da Imperatriz, mausoléu da Imperatriz e vinheta final); bem como bela estampa aberta a talhe-doce por Röster, ocupando página inteira e desdobrável (com legenda em rodapé), com o retrato a corpo inteiro da Imperatriz Leonor antecendendo a sua biografia.
RARO.
Descrição:
Typographia de Elias José da Costa Sanches, Lisboa, 1850. Volume com 12 folhetos de 32 págs cada. Encadernação moderna meia francesa em pele com florões e dizeres a ouro em rótulos de pele vermelha na lombada. Exemplar em magnífico estado de conservação estando apenas aparado à cabeça carminada. Mantem intactas e muito ireegulares com todas as barbas, as restantes margens.
COLECÇÃO COMPLETA.
Descrição:
Tomo I (e II). Na Imprensa Nacional. Lisboa. 1847. In 8º de 2 volumes com (22) - 245 - (3) e (10) - 235 - (8) págs. respectivamente. Encadernação coeva meia inglesa com elaborados ferros gravados a ouro na lombada de pele, esta com ligeiros e insignificantes defeitos acentuados no primeiro volume. Cantos do primeiro volume com ligeiro sinais de manuseamento descuidado. Miolo impecável, muito limpo com rarísimos picos de acidez.
Descrição:
Typographia Lusitana, Lisboa, 1945. In-8.º de 285(2) págs. Encadernação meia inglesa, com lombada em sintético verde, na qual se inscrevem dizeres dourados. Miolo muito bem conservado, preservando a sonoridade original do papel.
Descrição:
na officina de Ioam da Costa, Lisboa, 1671. In-8º de 28 págs. Encadernação em papel marmoreado. com algumas manchas de humidade e buracos de lepisma. Com todas as licenças necessarias.
INVULGAR
Descrição:
Typ. de José Baptista Morando, Lisboa, 1862. In-8º de 216 págs. Encadernação coeva inteira de pele com dizeres a ouro e florões na lombada.
INVULGAR.
Descrição:
Typ. Universal de Laemmert, Rio de janeiro, 1849. In-8º de 328 págs. Encadernação coeva em em pele, um pouco cansada, com dizeres e florões a ouro na lombada que ostenta um pequeno defeito.
Descrição:
Na Typografia da Academia R. das Sciencias, Lisboa, 1824. In-4º de V-124 págs. Encadernação coeva em carneira com dizeres e florões a ouro na lombada.
INVULGAR.
Descrição:
Typographia na Rua da Condessa nº 3, Lisboa, 1854. In-8º de 80 págs. Br.
INVULGAR.
Descrição:
Typographia da Revista Popular, Lisboa, 1851. In-8º de XXIV-262-(2) págs. Encadernação meia inglesa em pano com dizeres a ouro em rótulo de pele. Sem capas de brochura e ligeiramente aparado. Pequenoa carimbo de posse.
PRIMEIRA EDIÇÃO
INVULGAR
Descrição:
Typographia da Gazeta dos Tribunaes, Lisboa, 1846. In-8º de 56 págs. Encadernação meia inglesa com dizeres e florões a ouro na lombada. Ilustrado em extra-texto e com um desdobravél a cores com um curioso Mappa de cores.
INVULGAR.
Descrição:
Na Impressão de J.F.M de Campos, Lisboa, 1815. In-8º de 104-(1) págs. Encadernação modesta meia inglesa, desgastada, com dizeres a ouro na lombada. Rótulo de papel de núemro de ordem de biblioteca na pasta.
INVULGAR.
Descrição:
Typ de Francisco Pereira d'Azevedo, Porto, 1854. Dois tomos de 270 e 169 págs encadernados juntos num só volume. Encadernação coeva em pele castanha meia inglesa com dizeres a ouro na lombada. Pequena vinheta de número de ordem de biblioetac particular na lombada.
Descrição:
Typographia de Francisco Pereira De Azevedo, Porto, 1854. In-8º de 363 págs. Encadernação coeva meia inglesa em pele castanha com dizeres a ouro na lombada. Pequena vinheta de núemro de ordem de biblioteca particular na lombada.
Descrição:
Desenne, Volland, Plassan, Paris, 1792. In-8º de 350 págs. Encadernação inteira em pele com dizeres e florões em casas fechadas na lobada. Ilustrado em extra-texto com 3 gravuras.
Embora seja a segunda edição, esta foi a primeira a ser publicada em França.
RARO.
Descrição:
Typographia. da Sociedade Propagadora dos Conhecimentos Úteis, Lisboa, 1844. In-8º de 112 págs. Encadernação meia francesa em pele com dizeres e florões em pele. Edição muito cuidada, impressa em papel de qualidade superior, ornado com desenhos de inspiração celta no texto, vinhetas e capitulares. CONSERVA CAPA DE BROCHURA anterior.
Descrição:
na Regia Officina Typografica, Lisboa, 1800. In-8º de 52 págs. Br. Alguns picos de acidez.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
RARO.
Descrição:
Na typ. de Mathias José Marques da Silva, Lisboa, 1883. In-8º de 32 págs. Br. Capas de brochura com algumas falhas ligeiras de papel. Ilustrado ao longo do texto.
Descrição:
Paris, 1798. In-4º de 3 volumes com XIX-375, 393-(4) e 398 págs. Encadenações coevas com decoração dourada gótica na lombada. Corte das folhas pintadas e folhas de guarda de papel marmoreado da época. Rótulos de pele preta na lombada com dizeres dourados. Encerra 14 estampas abertas a buril sugestivas e muito sensuais. Nítida impressão sobre papel de boa qualidade, conservando ainda a sua sonoridade original.
RARO.
Descrição:
J.B. Baillière, Paris, 1826. In-8ª de XVI-418-(2)págs. Encadernação inteira de pele marmoreada com ferros neo vitorianos na lombada. Charneiras com ligeiro sinal de cansaço, assim como os os cantos. Guardas em papel francês e corte das folhas marmoreadas ao estilo das guardas.
Miolo muito bem conservado, muito fresco mantendo a sonoridade original do papel.
RARO.
Descrição:
Typ. do Panorama, Lisboa, 1866. Seis volumes de In-8 de páginas variáveis. Obra dividida em 4 partes sendo a 1ª Parte, vol 1 e 2; 2ª Parte, vol.3; 3ª Parte, vol. 4 e a 4ª Parte que é da autoria de Fr. Lucas de Santa Catarina, vol. 5 e 6.
Encadernações antigas com lombada em pele. Não conservam as capas das brochuras.
Conjunto completo, em bom estado de conservação.Trata-se da 3ª edição.
Muito invulgar.
Descrição:
Béchet Jeune, Paris, 1823 (e 1825). In-8º de 2 volumes XIV-724-(2) págs. e (4)-551 págs respectivamente. Encadernação recente inteira de pele mosqueada com dizeres e florões dourados na lombada sobre rótulos de pele preta e vermelha.
Apresenta 22 gravuras representando espécies florísitcas e faunísticas, 7 delas finamente aguareladas na época.
Obra dividida em 2 tomos, nos quais se repartem 3 partes (2 no primeiro volume) ao longo de 77 lições.
RARO e importante.
Descrição:
Real Imprensa da Universidade, Coimbra, 1825. In-8º de 216 págs. Encadernação inteira em pele com dizeres e florões em casas abertas na lombada.
SEGUNDA EDIÇÃO.
Descrição:
Por Bernardo Peralta Editor, Madrid, 1734. Duas obras num volume só de in-8º de VI-192 e II-99 págs. Encadernação da época inteira de pele, levemente cansada. Sem as guardas inferiores. Pequenas manchas de tinta no rosto da primeira obra.
INVULGAR.
Descrição:
Chez Pierre Pravlt, Paris, 1735;Na Officina de Luis Secco Ferreira, Coimbra, 1751; Na Officina de Luis Secco Ferreira, Coimbra, 1752. Três obras de in-4º num tomo só de XVI-280, 94-(2) e 126 págs. Encadernação da época inteira de pele. Primeira obra com pequenos trabalhos de traça na margem da frente de algumas folhas. Ultima obra com falta da ultima folha.
CONJUNTO INVULGAR.
Descrição:
Gabriel Roux Librairie Editeur, Paris, 1863. Dois tomos de in-8º de 256 e 248 págs. Encadernação meia inglesa com dizeres e florões a ouro na lombada. Ilustrado com duas gravuras.
Descrição:
Typographia Commercial, Porto, 1848. In-8º de 142 págs. Encadernação meia francesa com as pastas com manchas de humidade assim como as primeiras páginas.
Descrição:
Casa de Cruz Coutinho-Editor, Lisboa, 1854. Dois volumes de in-8º de 306 e 284 págs. Encadernação coeva, meia ingles com dizeres e florões a ouro na lombada. Terceira edição augmentada de muitos artigos, assim extrahidos de diversos autores, como originais.
Descrição:
Na Officina de Ignacio Rodrigues, Lisboa, 1752. In-8º de 8 págs. Br.
Descrição:
Lisboa, 1753. In-8º de 8 págs. Br.
Descrição:
na Officina Alvarense, Lisboa, 1752. In-8º de 8 págs. Br. Exemplar amarelecido devido à qualidade do papel. Na página de título encerra uma vinheta xilogravada.
Descrição:
Na Officina Typographica, Lisboa, 1779. In-4º de 50 pa´gs. Desencadernado. Ténue mancha de humidade marginal ao longo do exemplar, na zona da charneira. Papel matendo a sonoridade original.
Descrição:
Na Officina Typographica, Lisboa, 1787. In-4º de 28 págs. Desencadernado. Papel matendo a sonoridade original.
Descrição:
na Regia Officina Typografica, Lisboa, 1796. Folio de 6 pags.
Descrição:
na Officina de António Rodrigues Galhardo, Lisboa, 1790. Fólio de 1 págs.
Descrição:
na Officina de António Rodrigues Galhardo, Lisboa, 1790. Fólio de 2 págs.
Descrição:
Na Officina de Antonio Rodrigues Galhardo, Lisboa, 1790. Fólio de 2 págs.
Descrição:
Na Officina de Antonio Rodrigues Galhardo,Lisboa, 1790. Fólio de 3 págs.
Descrição:
na Officina de Antonio Rodrigue Galhardo, Lisboa, 1790. Fólio de 3 págs.
Descrição:
na Regia Officina Typografica, Lisboa, 1790. Fólio de 7 págs.
Descrição:
na Officina de Antonio Rodrigues Galhardo, Lisboa, 1790. Fólio de 9 págs.
Descrição:
na Offic. de António Rodrigues Galhardo, 1790. Fólio de 4 págs.
Descrição:
na Officina de Antonio Rodrigues Galhardo, Lisboa, 1790. Fólio de 2 págs.
Descrição:
na Officina de Antonio Rodrigues Galhardo, Lisboa, 1790. Fólio de 2 págs.
Descrição:
Typografia Regia Silviana, Lisboa, 1790. Fólio de 11 págs.
Descrição:
Lisboa, 1789. Fólio de 2 págs.
Descrição:
Lisboa, 1789. Fólio de 2 págs.
Descrição:
na Regia Officina Typografica,Lisboa, 1788. Fólio de 11 págs.
Descrição:
Villa das Caldas, 1787. Fólio de 14 págs.
Descrição:
Lisboa, 1786. Fólio de 3 págs.
Descrição:
Salvaterra de Magos , 1786. Fólio de 2 págs.
Descrição:
Palacio de Quéluz, 27 de Julho, 1785. Fólio de 2 págs.
Descrição:
na Regia Officina Typografica, Lisboa, 1785. Fólio de 4 págs.
Descrição:
Lisboa, 1784. Fólio de 8 págs.
Descrição:
Lisboa, 1781. Fólio de 7 págs.
Descrição:
TYPIS ACADEMICIS, Coimbra, 1840. Fólio de 11 págs.
Descrição:
na Regia Officina Typografica, Lisboa, 1780. Folio de 22 págs.
Descrição:
na Regia Officina Typografica, Lisboa, 1786. Fólio de 4 págs.
Descrição:
na Regia Officina Typografica, Lisboa, 1785. Fólio de 4 págs.
Descrição:
na Regia Officina Typografica, Lisboa, 1787. Fólio de 4 págs.
Descrição:
na Regia Officina Typografica, Lisboa, 1787. Fólio de 4 págs.
Descrição:
na Regia Officina Typografica, Lisboa, 1786. Fólio de 4 págs.
Descrição:
na Regia Officina Typografica, Lisboa, 1786. Fólio de 4 págs.
Descrição:
na Regia Officina Typografica, Lisboa, 1789. Fólio de 4 págs.
Descrição:
na Regia Officina Typografica, Lisboa, 1789. Fólio de 7 págs.
Descrição:
na Regia Officina Typografica, Lisboa, 1788. Fólio de 4 págs.
Descrição:
na Regia Officina Typografica, Lisboa, 1788. Fólio de 4 págs.
Descrição:
na Regia Officina Typografica, Lisboa, 1788. Fólio de 4 págs.
Descrição:
na Regia Officina Typografica,Lisboa, 1788. Fólio de 16 págs.
Descrição:
na Régia Officina Typografica, Lisboa, 1787. Fólio de 6 págs.
Descrição:
Na Regia Officina Typografica, Lisboa, 1787. Fólio de 22 págs.
Descrição:
Lisboa, 1785.Folio de 3págs.
Descrição:
Na Typografia de António Rodrigues Galhardo, Lisboa, 1823. In-8º de 214-130 págs. Encadernação inteira em pele com florões e dizeres a ouro na lombada.
Descrição:
Real Imprensa da Universidade de Coimbra, Coimbra,1819. In-8º de 631-(4) págs. Encadernação coeva inteira em pele, com dizeres e florões a ouro na lombada. Páginas com acidez marginal.
Descrição:
En Sevilla : Por Lucas Martin de Hermosilla, 1696. In-8º de(24)-394-(4)págs. Pagina de rosto enquadrada por tarja tipográfica. Encadernação inteira de pele, sem guardas. Ultimas folhas com mancha antiga de água já desvanecida.
Muito raro.
Descrição:
Na Real Officina da Universidade, Coimbra, Anno de 1782. In-8º de xvi-445 págs. Br. Encadernação meia inglesa com dizeres e florões dourados em casas abertas.Exemplar com ex-libris na capa interior.
Descrição:
Na Officina de Antonio Isidoro da Fonseca. M. D. CC. XXXVII.In-8º de 4-VII-LX-349-I-161 págs. Encadernação coeva inteira de carneira. Faz-se acompanhar das duas gravuras hors-texte abertas a buril por Russeau, a primeira da própria imagem de cristo e a segunda representando a ordem da procissão.
RELATIVAMENTE RARO.
Descrição:
Impr. Regia, Lisboa, 1828. In-8º de 22 págs. Br.
Descrição:
Typ. de Faria & Silva, Porto, 1840. In-8º de 129 págs. Encadernação modesta meia inglesa em papel marmoreado. Exemplar com sinais de manuseamento.
Invulgar.
Descrição:
Ex Typographia Balleoniana, Venetiis, 1719. 3 vols de in-folio. Encadernações da época, inteiras de pele com ferros a ouro nas lombadas, com defeitos nas coifas e charneiras e sem guardas. Leve humidade marginal nas primeiras e ultimas folhas. Esta edição é rara e de esmerado apuro gráfico, composta a duas colunas em caracteres redondos e italicos. As páginas de rosto vêm impressas a negro e vermelho e adornadas com uma bonita vinheta alegórica, finamente aberta por buril em chapa de cobre. O primeiro volume apresenta ainda uma gravura de página inteira, e uma grande vinheta decorativa como titulo.
Descrição:
Em Madrid Por Mateo Fernandez, 1659. In-8º de XII-182-(2)folhas numeradas pela frente. Encadernação da época inteira de pele,com defeitos na coifa. Pequeno trabalho de traça marginal sem afectar o texto.
Descrição:
Imprensa Nacional, Lisboa, 1850. In-8º de 24 págs. Br. Exemplar com ligeiros picos de acidez na capa.
Descrição:
Typografia Academica. 1838. In-8º de 443 págs. Desencadernado e leve mancha de humidade que ocupa as primeiras páginas, no canto inferior direito.
Descrição:
Impressão Régia, Lisboa, 1828. In-8.º de 35 págs.Br. Ocasionais manchas de humidade
Descrição:
Imprensa Nacional, Lisboa, 1840. In. 8.º de 35 págs. Br. Primeira edição, conservando capas de brochura da época.
Descrição:
Officina de Antonio da Fonseca, Lisboa, 1736. In-8.º de XV págs. Br. Capa de brochura ligeiramente danificada.
Descrição:
Eugéne Landoy, Bruxelles, 1845. In-8º de 180 págs. Encadernação meia inglesa em pele com florões dourados em casas abertas. Pequenos sublinhados da época em algumas páginas da obra.
Descrição:
Société Typographique Belge Ad. Wahlen et Compagnie, Bruxelles, 1837. In-4º de 343-46 estampas litografadas. Encadernação coeva meia inglesa com cantos em pele. Vestígos de rótulo de ordem de biblioteca na lombada. Acidez generalizada mas ténue, própria da qualidade do papel.
Descrição:
Officina Luisiana, lisboa, 1780. In-8.º de 31(1) págs. Cartonagem recente, rótulo em pele com dizeres dourados na pasta.
Descrição:
Offic. de Lino da Silva Godinho, Lisboa, (1789). In-8º de 16 págs. Cartonagem recente, rótulo em pele com dizeres dourados na pasta. POR APARAR.
Descrição:
Offic. de Simão Thaddeo Ferreira, Lisboa, 1788. In-8.º de 40 págs. Cartonagem recente, com rótulo em pele na pasta, com dizeres dourados. O canto superior esquerdo toscamente restaurado com ligeiro prejuizo do texto da folha inicial. POR APARAR mas que dado a fraca qualidade do papel, apresenta algumas falhas.
Descrição:
Typ. Bracharense rua dos Pelames, 1850. In. 8.º de 18-(10) págs. Cartonagem modesta com lombada em pele.
Descrição:
Typ. do Gratis, Lisboa, 1844. In-8º de 152-(1)págs. Br. Cadernos por abrir. Conserva capas de brochura. Pequena assinatura de posse na capa.
Descrição:
Lisboa, Typ. Rua dos Gallegos, 1850. In-8º de 8 págs. Br
Descrição:
Officina de Antonio Pedrozo Galram, Lisboa Occidental, 1727. In. 8.º de 19 págs. Desencadernado.
Descrição:
Officina de Antonio Pedrozo Galram, Lisboa, 1698. In-8.º de 16 págs. Desencadernado. Mancha de humidade
Descrição:
Officina de Miguel Manescal Impressor do Santo Ofício, Lisboa, 1700. In. 8.º de 28 págs. Desencadernado. Ligeiros picos de humidade.
Descrição:
Lisboa, 1757. In. 8.º de 12 págs. Desencadernado.
Acidez generalizada.
Descrição:
Typographia do Jornal do Commercio, Lisboa, 1874. In. 8.º de 30 págs. Br.
Descrição:
Typographia Commercial Portuense, Porto, 1847. In. 8.º de XX-52 págs. Desencadernado. Ligeiras manchas de humidade.
Descrição:
Na typografia Rollandiana, Lisboa, 1785. In-8º peq. de 264-(6) págs. Encadernação inteira de carneira da época.
Descrição:
Typ. Rollandiana, Lisboa, 1818. In-8º de dois volumes de 537-(8) e 436-(2) págs. Encadernação coeva em pele.
Descrição:
Na Impressão Régia, Lisboa, 1818. In-8.º peq. de 96 págs. Encadernação inteira de pele, com dizeres dourados na lombada.
Miolo muito limpo com a excepção do frontispício, que apresenta uma pequena mancha e pequenos defeitos marginais.
Descrição:
Typographia do Director, Lisboa, 1840. In. 8.º de 44(2) págs. Br. Falha de contra-capa. Segunda edição.
Descrição:
Roret-Libraire, Paris, 1829. In-8º de (4)-335-3 estampas desdobráveis. Encadernação coeva em carneira marmoreada com guardas em papel fantasia. Goteira do livro decorada. Leves sinais de manuseamento nas capas. Apresenta um desdobrável de grandes dimensões com relação exacta dos componentes necessários à manufatura do vidro decorativo. no final da obra apresenta 3 gravuras desdobráveis de grandes dimensões representando utensílios e maquinaria útil á produção de vidro assim como exemplos de incrustações decorativas nas jarras de vidro.
Descrição:
Na Typographia de A. I. S. de Bulhões, Lisboa, 1837. In-8.º de 330-(11) págs. Encadernação meia inglesa, ligeiramente cansada, com lombada em pele, a qual de apresenta decorada com dourados.
Descrição:
Na Impressão Regia, Lisboa, 1814. In-8º de 73-(3) págs. Encadernação coeva inteira de carneira mosqueada com rótulo de pele vermelha na lombada.
Descrição:
Escriptorio da Bibliotheca Portugueza, Lisboa, 1852. In-12º de VIII-716 págs. Encadernação moderna inteira de sintético imitando antigo com rotulo vermelho, dizeres e decorações douradas na lombada. Exemplar muito bem conservado mantendo a sonoridade original do papel estando apenas aparado à cabeça, estando intactas e desencontradas as restantes margens. As duas primeiras páginas com ocasionais picos de humidade.
Descrição:
À la librairie d'Alexis Eymery, Paris, 1816. In-12º de 2 volumes com 382 e 388 págs respectivamente. Encadernação coeva inteira de pele mosqueada com decoração dourada em casas fechadas ao gosto da época. cantos com algum desgaste e sinais de manuseamento geral. Miolo muito limpo. Corte das folhas marmoreado. Conserva as 7 gravuras e o grande mapa de França desdobrável. As gravuras representam essencialmente aspectos ligados à paisagem da rede hidrográfica francesa representando fontes, cascatas e outros aspectos hidro-geológicos.
Descrição:
Parent-Desbarres, èditeur, Paris, 1836-1838. In-4º de 2 volumes com VIII-732 e (4)-659-(1) págs. Encadernação coeva meia inglesa em calf bege decorada a ouro ao gosto romântico. Lombada do primeiro volume com falta de pele. Pastas com os cantos cansados. no entanto miolo muito limpo e fresco mantendo a sonoridade original do papel.